Aldo Rabelo

Sérgio Benassi tem uma longa folha de serviços prestados ao povo de Campinas, de São Paulo e do Brasil. A candidatura de Sérgio Benassi a vereador é uma garantia de seriedade, espírito público e compromisso com a cidade e a população. Aldo Rebelo Ex-ministro da Coordenação Política, Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Ex-ministro do Esporte, Ex-ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Ex-ministro da Defesa.

 

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APOS LONGA REFLEXÃO RESOLVI VOLTAR AO CENÁRIO POLITÍCO

Após longa reflexão sobre a situação politica, os ataques que as conquistas sociais tem sofrido em todos os niveis, e com intuito de fortalecer o PCdoB em nossa cidade decidi colocar-me como pré-candidato a vereador nas próximas eleições. Para esta decisão pesou, a luta politica atual, as demandas e expectativas do povo de Campinas, e a orientação do partido diante da grave situação nacional lutando contra o golpismo, que exige uma postura politica, e de combate firme com coragem, compromisso e lealdade, credencias que reuni em 40 anos de militância no PCdoB e 20 anos de vereança. A Câmara de vereadores de Campinas necessita,urgente de agentes públicos com experiência, combatividades e compromisso para impedirno crescimento de forças anti povo., que pretendem desmantelar as politicas públicas, promover retrocesso social, e atacar a democracia e as liberdades democráticas. Em um momento como o que vive o país, onde os alicerces democrático e de liberdade são corroídos, não podemos nos eximir de nosso papel como agente social, é preciso que os lutadores do povo see apresentem para a batalha,serrem a fileira em defesa da democrácia, da libersdade e das conquistas sociais. Por isso dizemos PRESENTE! #CORAGEM E COMPROMISSO Sergio Benassi.

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APOS LONGA REFLEXÃO RESOLVI VOLTAR AO CENÁRIO POLITÍCO

Após longa reflexão sobre a situação politica, os ataques que as conquistas sociais tem sofrido em todos os niveis, e com intuito de fortalecer o PCdoB em nossa cidade decidi colocar-me como pré-candidato a vereador nas próximas eleições.
Para esta decisão pesou, a luta politica atual, as demandas e expectativas do povo de Campinas, e a orientação do partido diante da grave situação nacional lutando contra o golpismo, que exige uma postura politica, e de combate firme com coragem, compromisso e lealdade, credencias que reuni em 40 anos de militância no PCdoB e 20 anos de vereança.
A Câmara de vereadores de Campinas necessita,urgente de agentes públicos com experiência, combatividades e compromisso para impedirno crescimento de forças anti povo., que pretendem desmantelar as politicas públicas, promover retrocesso social, e atacar a democracia e as liberdades democráticas.
Em um momento como o que vive o país, onde os alicerces democrático e de liberdade são corroídos, não podemos nos eximir de nosso papel como agente social, é preciso que os lutadores do povo see apresentem para a batalha,serrem a fileira em defesa da democrácia, da libersdade e das conquistas sociais.
Por isso dizemos PRESENTE!
#CORAGEM E COMPROMISSO

Sergio Benassi

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POLITICA

Após longa reflexão sobre a situação politica, os ataques que as conquistas sociais tem sofrido em todos os niveis, e  com intuito de fortalecer o PCdoB em nossa cidade decidi colocar-me como pré-candidato a vereador nas próximas eleições.
Para esta decisão pesou, a luta politica atual, as demandas e expectativas do povo de Campinas, e a orientação do partido diante da grave  situação nacional lutando contra o golpismo, que exige uma postura politica, e de combate firme com coragem, compromisso e lealdade, credencias que reuni em 40 anos de militância no PCdoB e 20 anos de vereança.
A Câmara de vereadores de Campinas necessita,urgente de agentes públicos com experiência, combatividades e compromisso para impedirno crescimento de forças anti povo., que pretendem desmantelar as politicas públicas, promover retrocesso social, e atacar a democracia e as liberdades democráticas.
Em um momento como o que vive o país, onde os alicerces democrático e de liberdade são corroídos, não podemos nos eximir de nosso papel como agente social, é preciso que os lutadores do povo see apresentem para a  batalha,serrem a fileira em defesa da democrácia, da libersdade e das conquistas sociais.
Por isso dizemos PRESENTE!
 #CORAGEM E cOMPROMISSO
Sergio Benassi
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GREVE

Duas greves em nossa cidade revelam claramente o período de lutas de resistência que vamos enfrentar. A denunciada regressão democrática de direitos sociais já se anuncia precocemente Diante da grave crise econômica criteriosamente estimulada por reacionários insatisfeitos com os avanços desde as vitórias de Lula e Dilma usaram e abusaram do velho método anti- povo “ do quanto pior melhor”, e assim criaram forças politicas para dar o golpe.
Demonstra isso a luta dos trabalhadores da Unicamp, que, unidos aos estudantes, levantam a bandeira de reivindicações do fim dos cortes, implantação de cotas raciais, defesa da Educação Publica e contra ao golpe. Tudo isso junto mostra a sanha regressiva que impulsiona e caracteriza de uma simples luta salarial.
Não muito distante, encontram-se os servidores da Prefeitura de Campinas e Autarquias fortes e unidos na greve igualmente na defesa do povo em geral. Nesse particular, há uma concentração nas politicas publicas na saúde e educação no município. E defendem também seus justos direitos trabalhistas e de reajustes salarial.
Os dois movimentos são fortes e legítimos, e em minha opinião, terão sucessos na busca de seus objetivos, pois com eles estão também todos os trabalhadores da nossa cidade, que de seus serviços dependem e não abrem mão.
Sergio Benassi
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PLEBISCITO

O PCdoB, desde o inicio das articulações contra o impeachment, denunciou e mobilizou amplas forcas democráticas e populares contra o golpe e a ruptura do estado de direito e as liberdades do povo. 
Na etapa atual com o proposito de prosseguir na luta de resistência propôs alternativa de um plebiscito como bandeira de luta para devolver ao povo sua soberania na decisão de quem governa o país.
Somente o povo, por meio do voto direto e universal, em consulta através de um instrumento constitucionalmente previsto, o plebiscito, mecanismo de democracia direta, poderá legitimar a escolha de um Presidente da República.
Nós, do PCdoB, que defendemos com muita firmeza a democracia, o mandato da presidenta Dilma, as conquistas sociais duramente ameaçadas e a soberania nacional diante dos interesses dos grandes monopólios internacionais temos que ter responsabilidade e amplitude para construir uma saída política e econômica para a crise do Brasil, e que ponha fim a esse conluio golpista da dupla Temer/ Aécio, e seus comparsas.
#Coragem#Compromisso#
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BRASIL

“O Programa Bolsa Família, reconhecido e premiado nacional e internacionalmente, está atualmente sob o ataque mais pesado. Mesmo sendo responsável por manter próximo de 36 milhões de pessoas distantes da linha de pobreza e ter acumulado 3,1 milhões de famílias que se desvincularam voluntariamente do programa, constata-se que se o Plano Temer vier a ser implementado, a sua regressão será consolidada”, diz o estudo, coordenado pelo economista e professor da Unicamp, Márcio Pochmann.

O documento da fundação destaca trechos do programa do PMDB, que propõe, por exemplo, direcionar o Bolsa Família apenas para os 5% mais pobre do país. “Neste caso, segundo as informações oficiais do IBGE e disponibilizadas pela Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2014, o contingente dos 5% mais pobres seria 3,4 milhões de famílias, equivalendo a cerca de 12,2 milhões”, afirma o documento, que cita ainda declarações de ministros a respeito das políticas sociais. 

De acordo com dados divulgados no estudo, em abril de 2016, 13,9 milhões de famílias eram atendidas pelo programa de trnsferência de renda, o que representa uma cobertura de 97,3% dos pobres estimados pelas informações do IBGE 2014.

“Com a implementação possível do Plano Temer de atender 5% das famílias mais pobres (3.377.857 segundo a Pnad 2014), a cobertura média nacional da pobreza cairia para somente 23,7%”. Isso significaria que 39,3 milhões seriam excluídas do programa de transferência de renda.

“Até a década de 1980, o acesso à política social era determinado pelo registro em carteira assinada, ou seja, a política social agia como reguladora da cidadania. A maior parte da população não tinha acesso aos serviços sociais e dependia da filantropia ou precisava ter recursos para utilizar a rede privada. A Constituição de 1988 altera este padrão de política social e de certa maneira copia a experiência de países desenvolvidos, entre eles os europeus, ao instalar no Brasil uma política social universalista, que se propõe a envolver a todos, independente da condição pretérita”, disse Pochmann, em entrevista coletiva para apresentar os dados. Confira a íntegra da entrevista abaixo.

O economista afirmou ainda que a principal preocupação do estudo está na tendência de que o novo governo interrompa esta trajetória, possivelmente caminhando para uma política social residual e focalista. “O que nós estamos apresentando aqui parte do pressuposto de que estamos diante de uma alteração profunda na orientação das políticas sociais existente desde 1988”.

“É como se Constituição de 1988 não se justificasse mais à medida que o Orçamento se tornou menor”, condena Pochmann. 

O estudo lembra ainda que, para além do agravamento da fragilidade financeira das famílias que forem eventualmente cortadas do programa, outros indicadores também poderão ser afetados. A fundação destaca, por exemplo, o impacto positivo do Bolsa Família na redução da exclusão social, na diminuição da pobreza, da desigualdade, no aumento da escolaridade, na redução da violência e no aumento do emprego no setor de comércio e serviços. 

“Pelo âmbito econômico, segundo o IPEA, a cada R$ 1,00 gasto com o Bolsa Família, R$ 1,78 são adicionados ao PIB. Isto ocorre porque a família pobre costuma gastar uma parcela maior de sua renda mensal do que outras classes econômicas. Em consequência, chega-se ao cálculo de que os 27,6 bilhões gastos em 2015 com transferência aos beneficiários geraram um incremento de 49,2 bilhões de reais no PIB nacional do mesmo ano”, diz o estudo.

Segundo o texto, o custo do programa para os cofres públicos é baixo em relação a outros países. De acordo com a fundação, os Estados Unidos, por exemplo, comprometem 2% de seu PIB em programas ‘focalizados’, enquanto os gastos com o Bolsa Família responderam em 2015 por 0,46% do PIB brasileiro.

Fonte: Do Portal Vermelho, com Fundação Perseu Abramo
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BRASIL

Nosso Sistema Único de Saúde
(SUS) é produto de um longo e complexo processo histórico de luta pela
construção de cidadania e da saúde como um direito. O ideário que move os
princípios da chamada Reforma Sanitária Brasileira pode ser sintetizada em uma
frase do saudoso Sérgio Arouca: trata-se de um processo civilizatório. Esse
movimento político e ideológico encontra sua maturidade durante o processo
constituinte e consegue inscrever na constituição brasileira que a saúde é um DIREITO
DE TODOS E DEVER DO ESTADO
. Importante lembrar que esse movimento
político desde seu início colocava para a sociedade uma visão ampliada de saúde
centrada na questão de que a saúde é social e politicamente determinada. não se
tratava (e continua sendo assim) apenas de construir um sistema de atenção à
saúde. Nesses mais de 30 anos, a saúde brasileira sofreu profundas
transformações para melhor. A dimensão de Saúde Pública do SUS avançou bastante.
Os problemas se concentram na desigualdade do acesso entre regiões e classes
sociais e na qualidade da assistência. O SUS tem cumprido um papel central na
qualificação da democracia e igualdade brasileira através do trabalho dos
Conselhos Municipais, estaduais e nacional de saúde; além das conferências de
saúde realizadas a cada quatro anos. É um modo de exercitar a democracia direta
que tem sido copiado por outras dimensões das políticas públicas. Há outra
dimensão referente ao processo de desenvolvimento do país e da sociedade
brasileira. Em minha opinião, a existência do SUS é fator fundamental no
processo de construção de um país efetivamente desenvolvido e obstáculo à
implantação, e que é reconhecido e copiado a nível mundial. No Brasil, da
barbárie disfarçada de modernidade que é a disseminação de uma visão da saúde
vista como mercadoria ou bem a ser comprado no mercado de acordo com a
capacidade de gasto de famílias ou empresas.

Acabar com o SUS é insanidade, é
o retrocesso, é andar na contra mão das conquistas sociais Os coronéis querem
ver a senzala social de volta.

#‎CORAGEMECOMPROMISSO#