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Trem Metropolitano Jundiaí-Campinas pode usar faixa das antigas empresas ferroviárias

A ligação da linha de trem metropolitano
de São Paulo a Campinas dependerá de acordo entre a Prefeitura, o Estado e o
Governo Federal, de acordo com resposta enviada pela Companhia Paulista de
Trens Metropolitanos (CPTM) à moção aprovada pela Câmara Municipal de Campinas,
iniciativa do vereador Sérgio Benassi (PCdoB). Segundo a CPTM, para realizar a
extensão da Linha 7 – Rubi – que liga São Paulo a Jundiaí – até Campinas será
necessário utilizar 45 km de linhas férreas que estão sob concessão
federal,  atualmente utilizadas para
transporte de cargas. 


A reinvindicação nasce da necessidade cada vez maior da
população de se locomover de forma mais eficiente e ambientalmente sustentável
e também à mobilização da sociedade civil organizada. “É preciso resgatar este
modal que foi desmontado no passado para o transporte de cargas e passageiros
para evitarmos o caos programado caso os governos insistam em priorizar apenas
o transporte rodoviário”, afirma Benassi.  Segundo Benassi há uma mobilização cada vez
maior da sociedade em prol do projeto e a Prefeitura de Campinas tem manifestado
interesse no assunto

. “Nosso próximo passo é mobilizar energia para viabilizar
uma conversa entre as três instâncias do Executivo para fazer a proposta andar”,
programa.

Em agosto deste ano, Benassi participou da organização
juntamente com o Sindicato  dos
Trabalhadores em Empresas Ferroviárias Paulistas, presidido por Francisco
Aparecido Felício, de um debate público sobre a possibilidade da extensão da
Linha 7 – Rubi, de  Jundiaí, passando por
Louveira Vinhedo e Valinhos. O deputado estadual  Pedro Bigardi (PCdoB), da frente
parlamentar  na Assembleia Legislativa e
o deputado federal Guilherme Campos Filho (PSD),  além de vereadores da cidades envolvidas e do
presidente da Região Metropolitana de Campinas, Hamilton Bernardes Junior (PSB),
participaram da atividade e encaminharam a reivindicação ao governos estadual e
federal.

O  documento do
presidente da CPTM, Mário Bandeira, afirma que o pleito será incorporado nos
Planos de Trabalho da CPTM e que sua implementação deverá “passar pelas
considerações de prospecção e identificação de infraestrutura, da concepção do
serviço oferecido, além da elaboração dos estudos de demanda, ambientais, de
viabilidade técnica, jurídica, institucional, econômica e financeira, bem como
dos projetos funcionais e de engenharia, e dos compromissos necessários à
implantação das obras”.

 

Audiência pública

Em tempo
de congestionamentos infindáveis, projeção de colapso das estradas e ruas das
grandes cidades e a pressão social pela preservação ambiental, volta a se
formar um consenso sobre a necessidade de diversificar o transporte público e
de cargas para possibilitar um desenvolvimento sustentável e resgatar o sistema
ferroviário dilapidado por políticas públicas equivocadas do passado.  Esta foi a ideia que percorreu os discursos
de autoridades e trabalhadores que participaram da audiência pública realiza pelo
Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias Paulista, no dia 12 de
agosto, no Salão Vermelho da Prefeitura de Campinas.


O
anfitrião e presidente do Sindicato, Francisco Aparecido Felício, abriu as
discussões apresentando a importância de estender as atividades da CPTM
(Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) até Campinas, abrangendo os
municípios de Jundiaí, Louveira, Vinhedo e Valinhos.


O
vereador Benassi, que representou a  Câmara
Municipal de Campinas no evento, afirmou da mesa oficial que o fortalecimento
desta bandeira do transporte ferroviário no meio político e na sociedade 
civil organizada é o caminho para que a retomada consistente e forte desta
alternativa, em patamares tecnológicos mais elevados, que influencia não só no
potencial econômico, mas é uma solução social e ecológica para o transporte
público e de produtos.


Para
Benassi, presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, o interesse na
retomada e desenvolvimento do transporte ferroviário deve ser de toda a
sociedade. “Estivemos no enfrentamento do desmonte do sistema no passado,
o que a  realidade atual demonstra que foi um atraso para o nosso
País”, avalia.

Esta opinião apresentou-se difundida entre políticos de diversas siglas
partidárias, como deputados estaduais e federais, prefeitos e vereadores
presentes ao evento. O deputado Pedro Bigardi (PCdoB) anunciou uma frente
parlamentar na Assembleia Legislativa para trabalhar por este projeto e traçar
um plano para religar as regiões de Campinas, Jundiaí e São Paulo por trilhos.
O salão repleto de trabalhadores do sistema férreo e lideranças políticas


O interior de São Paulo sempre foi uma locomotiva neste setor, devido a sua ampla
malha ferroviária, que serviu ao desenvolvimento do Estado e do  Brasil
por um século, e que atualmente são subutilizados, com potencial de expansão
extraordinário.


A
política equivocada de desmonte do sistema ferroviário entregou o monopólio da
atividade em São Paulo para empresas que mantém a cadeia produtiva fechada e o
serviço não é prestado à sociedade, nem às outras empresas para transporte de
cargas nem para o de pessoas. Segundo avaliação dos presentes à audiência, um
desperdício de potencial industrial e um atraso para o País.

Gil Caria / Assessoria de Imprensa Benassi

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Petta nega irregularidades e mostra trabalho da Secretaria de Esportes

O secretário de Esporte e Lazer, Gustavo Petta, esteve na
manhã da quarta-feira (9) na Câmara Municipal de Campinas prestando esclarecimentos
aos membros da Comissão de Constituição e Legalidade, presidida pelo vereador
Campos Filho, sobre convênios do Projeto Segundo Tempo. A convocação, como
deixou bem claro o presidente da comissão, 
é uma prática comum da Casa para oportunizar que vereadores e a
sociedade tenham informações mais detalhadas dos procedimentos administrativos
da Prefeitura. “Não se trata de inquérito ou CPI”, afirmou por diversas vezes.

A convocação ocorreu logo após denúncias feitas por O Estado
de São Paulo, envolvendo o nome da família do secretário e do ex-ministro
Orlando Silva em supostas irregularidades relacionadas a ONGs Via BR e Contra
Regras que prestaram serviço ao Ministério dos Esportes. Petta negou
veementemente ter havido repasse de verba  do Projeto Segundo Tempo, em Campinas, para estas
organizações não-governamentais, porque não há convênio. Repasse de verbas ou
pagamentos pelo serviço público só são feitos quando existe contrato ou
convênio. “Estas denúncias são feitas sem nenhuma base na verdade e sem o conhecimento do Projeto Segundo Tempo, em Campinas. Eu não fui ouvido pelo jornalista e nem tive a oportunidade de dar a minha versão na matéria veiculada”, afirma Petta. “Não houve nenhum
repasse de recursos da Secretaria ou do Programa 2º Tempo para
nenhuma dessas entidades. Elas participaram da Virada Esportiva, como
muitas outras entidades participaram, mas todas elas fizeram captação
de recursos na iniciativa privada”, garantiu Petta à Comissão.

Petta forneceu aos membros da comissão, vereadores Cidão
Santos, Josias Lech, Zé Carlos e os presentes, Jairson Canário, Artur Orsi, Ari
de Lara Romeo e Sérgio Benassi, explicações detalhadas sobre o funcionamento do
Segundo Tempo. Ao contrário de outras cidades, o convênio do Projeto ocorreu
diretamente entre Prefeitura e Ministério dos Esportes. As entidades que foram
contratadas para sua execução foram: 
Ceasa, que fornecia a alimentação; SEAC Abraça Campinas, que fez a
coordenação pedagógica com professores de Educação Física e o CIEE, que ficou
responsável pela contratação de estagiários para as atividades junto às
comunidades.

O secretário fez questão de reafirmar que as três
instituições foram as únicas para onde foram direcionadas verbas do Segundo
Tempo,   ao contrário das denúncias feitas pelo O
Estado de São Paulo. Petta estuda processar o “jornalão” por denegrir a imagem
da sua família fazendo acusações sem provas, como tem sido cada vez mais comum em
alguns veículos da Imprensa brasileira.

Projeto

O Segundo Tempo atendeu 5 mil crianças em Campinas. O
repasse do convênio realizado em 2008, quando Petta ainda não era secretário,
foi de R$ 3.442.401, mais a contrapartida da Prefeitura, para duração de 21
meses. O prazo terminou em junho e nem toda a verba foi aplicada, como explicou
o secretário. Foram gastos cerca de R$ 1,5 milhão, devido a redução do
atendimento determinada pelo Ministério. Sobram R$ 2,4 milhões na conta específica
do Projeto, que pode ser aproveitado no programa no ano que vem ou ser
devolvido ao Ministério dos Esportes, de acordo com a disposição da Prefeitura,
informou Petta. A Secretaria de Esportes e Lazer renovou o convênio com o
Ministério, o que permite o uso do dinheiro no ano que vem.

 

Esportes

A Secretaria de Esportes nas mãos de Gustavo Petta seguiu a
mesma conduta política que o Ministério dos Esportes fez pelo Brasil, valorizando
e criando programas para área que jamais foi reconhecida ou mereceu atenção de
governos anteriores ao do ex-presidente Lula. Tanto que o Brasil sediará os
maiores evento do mundo esportivo – Copa do Mundo e Olimpíadas -, graças a nova
dinâmica dada a pasta.  Em Campinas, a secretaria
comandada pelo PCdoB incluiu o Esporte e o Lazer na agenda da administração
pública. O secretário Gustavo Petta chamou atenção que “Esporte e Lazer são
direitos do cidadão e da sua importância na formação educacional, na saúde e na
economia”.

Petta apresentou dados de parcerias com outras secretarias como
a criação de 67 grupos da Saúde ligados ao Esporte; Jogos do Idoso, junto com a
Assistência Social; 30 km de ciclofaixas, em parceria com a Emdec. Campinas
ainda realiza o Campeonato de Futebol Amador e os Jogos Universitários; deverá ser subsede da Copa,
tem um centro de alto rendimento esportivo, colocou novamente o vôlei profissional
e o futsal da cidade em destaque.

 

Ruas de Lazer

Aprofundando a ideia de incentivar a prática de esporte e
lazer e promover o convívio nos bairros de Campinas, a Secretaria de Esportes e
Lazer lançou o programa Ruas de Lazer, com base na lei 13.645/2009, de autoria
do vereador Sérgio Benassi (PCdoB). O programa possibilita que a comunidade
feche alguma rua do bairro, aos domingos, com monitoramento da Emdec e da
Secretaria,  e realize atividades
esportivas e de lazer, resgatando uma convivência entre vizinhos perdida devido
à deteriorização das relações sociais.

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7 de Novembro, aniversário da Revolução Socialista

Por José Reinaldo Carvalho*

A Revolução russa de 1917 confirmou a tese de Marx e Engels,
baseada na análise científica da sociedade e da história, de que o
capitalismo não é eterno. Sob o influxo de contradições antagônicas, num
dado momento a evolução econômica e política da sociedade apresenta
inevitavelmente questões agudas e têm lugar situações revolucionárias,
as quais, num quadro de amadurecimento das condições subjetivas,
resultam na vitória da revolução.

Foi a confirmação da opinião de Lênin, de que, com a passagem do
capitalismo à etapa imperialista, abria-se a época da revolução
socialista, devido ao amadurecimento das contradições objetivas: entre o
proletariado e a burguesia, entre o imperialismo e os povos e nações
oprimidos, além das contradições entre as potências imperialistas pelo
domínio do mundo.

A Revolução Socialista de 1917 mudou a face do mundo. Foi extraordinária
a sua influência política e ideológica. A União das Repúblicas
Socialistas Soviéticas foi a força principal na vitória sobre a maior e
mais agressiva potência militar da burguesia imperialista – a Alemanha
hitlerista. A vitória do socialismo estimulou as lutas dos trabalhadores
no mundo capitalista, obrigou a burguesia a fazer concessões ao
movimento sindical e operário. O século 20 foi fortemente marcado pelo
socialismo vitorioso na União Soviética e sob a influência desta foi
transformado no século das revoluções anti-imperialistas, democráticas,
populares e socialistas. O século das lutas pela libertação nacional e
social dos povos, das lutas anticoloniais, democráticas, pela paz e a
justiça, objetivos estes que se confundem com os grandes valores e
ideais da Grande Revolução Socialista de Outubro.

A principal lição que ficou de 1917 foi a de que somente a revolução
pode abrir caminho à conquista da libertação, das transformações sociais
e políticas progressistas. A revolução dirigida por Lênin sepultou a
colaboração de classes como estratégia do movimento operário e popular.

Atualmente, os povos estão confrontados por uma brutal ofensiva do
imperialismo, sobretudo o estadunidense, para impor sua dominação
através do militarismo e da guerra. Nesse quadro, tornou-se uma noção
corrente que o socialismo e a revolução sofreram um golpe fatal e
doravante já não há chance para a luta revolucionária. Com isso
ressurgem as propostas de adaptação do movimento revolucionário à ordem
estabelecida.

Os comunistas, contrariamente a esse senso comum, consideram que a luta
pelo socialismo continua na ordem do dia, porque corresponde a uma
necessidade objetiva da evolução da sociedade. E não nos iludimos quanto
à possibilidade de esse salto histórico se processar espontaneamente ou
por dádiva das classes dominantes. As forças que lutam pelo socialismo
têm em conta as novas condições históricas, que a revolução não será
fruto de aventuras nem o socialismo pode ser construído abruptamente. O
exame atento da história e da realidade contemporânea mostra que o
caminho revolucionário comporta muitas etapas e a construção do
socialismo será obra de muitas gerações. É preciso também ter em conta
que não há modelo para a luta revolucionária e a construção do
socialismo. A adoção do modelo único foi um grave erro, uma posição
anticientífica.

O socialismo é universal enquanto teoria geral e aspiração de libertação
da classe operária em todo o mundo. É universal enquanto transformação
de uma época de opressão numa era em que a humanidade será livre e
realizará suas aspirações de justiça e progresso. Mas o socialismo será
resultado de uma luta multifacética de cada povo, em circunstâncias
históricas e políticas bem delimitadas, o que exigirá das forças
revolucionárias e do Partido Comunista de cada país a elaboração de
novos e originais programas e formulações estratégicas e táticas.

A passagem de mais um aniversário do maior acontecimento da história da
humanidade enseja à atual geração de lutadores pelo socialismo reflexões
de sentido prático. Não está ainda plenamente configurada a correlação
de forças que levará a humanidade a um novo ciclo revolucionário. Mas
tampouco essa correlação de forças forma-se por geração espontânea,
cabendo às forças revolucionárias adotar linhas estratégicas,
procedimentos táticos e métodos de ação consoantes à necessidade de
abordar, nas novas condições, a luta pelo socialismo.

Diante do capitalismo-imperialismo mundializado, da sua profunda e
inarredável crise estrutural e sistêmica, atualmente em fase aguda, das
políticas neoliberais, das políticas de guerra, da natureza reacionária
do sistema político e econômico burguês, ganha relevo a questão:
encontra-se na ordem do dia a tarefa de lutar por melhorias no
capitalismo, de combater as “deformações” da globalização, ou de
elaborar estratégias, táticas e métodos revolucionários que conduzam os
trabalhadores em todo o mundo à luta pelo socialismo como único caminho
para superar os impasses em que a humanidade está confrontada sob o
atual sistema? O grande paradoxo da presente época é que o capitalismo
atingiu um nível tal de desenvolvimento, um tamanho grau de expansão,
que alcança todos os rincões do planeta, um grau antes inimaginável de
desenvolvimento de suas capacidades, mantendo sua essência de perseguir o
lucro máximo, o que obtém através da exploração e opressão das massas
trabalhadoras e da espoliação das nações dependentes. O capitalismo dos
nossos dias beneficia apenas as grandes burguesias parasitárias dos
países imperialistas e suas dependências. É, assim, inevitável a eclosão
de lutas, em que os fatores de classe se entrelaçam com os nacionais. É
nesse contexto que ressurge em nossos dias a luta pelo socialismo.

Nesse quadro, apresenta-se perante os comunistas e demais correntes da
esquerda revolucionária consequente a questão de construir um sujeito
político capaz de unir, mobilizar e organizar o povo em suas dimensões
estratégica e tática.

Do ponto de vista dos comunistas, é imperioso persistir no
fortalecimento político, ideológico, orgânico, eleitoral e de massas do
partido. Em momentos de profunda crise do capitalismo e em que as saídas
da burguesia monopolista-financeira e do imperialismo são cada vez mais
antidemocráticas e belicistas, o PCdoB deve ter nítido o horizonte
socialista, consolidada a sua identidade comunista e reforçados os seus
laços com as massas populares e trabalhadoras.

Quaisquer que sejam os
procedimentos táticos necessários à acumulação de forças e por mais
flexíveis que os comunistas devam ser na concertação de alianças amplas
para alcançar vitórias parciais, mais ainda deve afirmar-se o caráter
revolucionário da nossa estratégia e o perfil político e ideológico do
PCdoB.

*José Reinaldo Carvalho é Secretário nacional de Comunicação do PCdoB e editor do Vermelho

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Ministro de Ciência e Tecnologia abrirá Fórum Regional em novembro

Uma

plateia composta por dirigentes de institutos de pesquisa,
representantes de universidades, proprietários de empresas de base
tecnológicas e entidades ligadas ao comércio e à indústria prestigiou
nesta segunda-feira, dia 10, o lançamento do InovaCampinas – Fórum
Regional de Inovação e Sustentabilidade & Mostra de Negócios,
Tecnologia, Oportunidades e Empreendedorismo da Região do Conhecimento. O
vereador Benassi, presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia,
representou a Câmara Municipal.

 

>> Veja discurso de Benassi na abertura.

Apresentado
oficialmente pelo prefeito Demétrio Vilagra, o Fórum acontecerá nos
dias 17 e 18 de novembro com a presença do ministro de Ciência e
Tecnologia, Aloízio Mercadante, e o objetivo de tornar-se um marco da
disposição de Campinas e municípios vizinhos em articularem-se para
compor uma “Região do Conhecimento”.

 

O
conjunto dos presentes, que também incluiu representantes da Agência Metropolitana de Campinas (Agemcamp), além de
secretários municipais e presidentes de empresas e autarquias, foi
saudado pelo diretor de Desenvolvimento Econômico da Secretaria de
Comércio, Indústria, Serviços e Turismo (SMCIST), Eduardo Gurgel do
Amaral, encarregado de fazer a apresentação do InovaCampinas, como uma
sinal “positivo e muito promissor de que a sociedade entendeu a
importância do projeto e  estará empenhada em trabalhar para utilizar
todo o potencial instalado na região de Campinas”.

 

>> Veja trecho da apresentação.


Ele
fez um breve histórico das tentativas já efetuadas em anos anteriores
para transformar Campinas e municípios próximos em uma região do
conhecimento, aproveitando-se das vantagens estratégicas disponíveis na
RMC, como a existência de órgãos envolvidos com a tecnologia, boa
estrutura logística, redes de saúde e educação de qualidade, população
motivada e empreendedora, alta renda per capita e qualificação
profissional. “No entanto, cada um desses elementos, era considerado em
separado, sem integração e, portanto, sem permitir que a região se
apoderasse desse patrimônio para alavancar o desenvolvimento econômico
que resulta em qualidade de vida e justiça social”, explicou.

O
envolvimento de todos os presentes à solenidade desta segunda-feira, na
visão de Gurgel e dos demais presentes, inicia uma nova etapa. “Estamos
dentro da Prefeitura, o que significa o apoio do Poder Público e o seu
entendimento da importância desse processo” saudou o diretor,
referindo-se também ao apoio permanente oferecido pelo secretário de
SMCIST, Rui Rabelo, que sempre acreditou no projeto. Por sua vez, o
Vilagra destacou que os governos não podem ficar alheios ao valor que o
conhecimento, a inovação e a tecnologia representam como ferramentas
para induzir o desenvolvimento sustentável. “Tratar as questões da
inovação como prioritárias é compromisso desta Administração”, declarou o
prefeito.

 

Para
Benassi, a ideia de criar um forum de desenvolvimento que envolva os
institutos de pesquisas e as universidades revela o novo momento que
vive o País e nossa cidade, tendo em vista que alguns institutos da cidade
já estiveram a ponto de serem fechados por falta de verba há tempos
atrás. “Tecnologia, inovação e desenvolvimento são palavras de ordem
deste novo Brasil, devem ser políticas de Estado e Campinas tem e sempre terá revelância fundamental
neste horizonte que se descortina”, avalia.


Confirmando
seu apoio, Vilagra anunciou que a Prefeitura está estudando uma
remodelação na legislação destinada a atrair investimentos para a
cidade. A lei de incentivos fiscais será modificado para tornar-se mais
ágil e simples, de fácil entendimento e aplicação. “Desde 2006, quando a
lei foi aprovada, com complementos introduzidos em 2008, Campinas já
atraiu 88 empresas e agora queremos ampliar esse número, abrindo também
para empresas menores e ainda para aquelas que foram incubadas ou estão
no início de atividades, mas com futuro promissor”, explicou Rabelo, que
está participando do trabalho.

 

Construindo a região do conhecimento

O
InovaCampinas – Fórum Regional de Inovação e Sustentabilidade &
Mostra de Negócios, Tecnologia, Oportunidades e Empreendedorismo da
Região do Conhecimento será realizado pela Fundação Fórum Campinas e
pela Secretaria de Comércio, Indústria, Serviços e Turismo, com a
participação da Secretaria de Cooperação Internacional e do Companhia de
Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de Campinas (Ciatec). O
evento estará sustentado por três ambientes complementares: uma série de
palestras, uma exposição e um ambiente de negócios. 

 

O
Fórum abrigará os pilares que sustentam a inovação: as empresas, as
instituições de pesquisa e o poder público articulados, integrados,
fortalecendo e demonstrando o papel de cada um deles na promoção da
inovação e do desenvolvimento regional.

 

Segundo
os organizadores do Fórum, é preciso envolver os institutos e
universidades, responsáveis pelas descobertas e avanços, as empresas que
transformam as inovações em produtos e serviços, viabilizando sua
utilização pela sociedade, e os governos que apoiam, financiam e
respaldam o processo.

 

O
Fórum terá como objetivo analisar modelos internacionais de regiões que
atuam pautadas na economia do conhecimento, discutir diretrizes da
região sob a ótica da caracterização de uma região do conhecimento,
debater o empreendedorismo na região e aspectos do ecossistemas das
empresas de alta tecnologia e identificar as oportunidades e desafios
das empresas em geral em relação à inovação. Entre os palestrantes
internacionais, o InovaCampinas receberá representantes da França,
Espanha e da Organização das Nações Unidas (ONU), além de empresas
brasileiras instaladas no Vale do Silício.

 

“São
regiões que se constituíram em regiões do conhecimento porque souberam
trabalhar suas potencialidades para criar um ambiente propício à
inovação, retirando desse trabalho um diferencial gerador de
desenvolvimento capaz de retroalimentar todo o sistema. Dessa forma, as
conquistas e benefícios são estendidos à comunidade”, explicou Rabelo. E
ilustrou dizendo que “um profissional qualificado que trabalha em um
ambiente que reconhece seu valor, recebe uma remuneração que o levará a
querer uma boa escola para os filhos, uma casa de qualidade para a
família, um restaurante diferenciado e assim por diante, movimentando
toda a cadeia e disseminando a melhoria do seu  ambiente de forma
global. É isso que queremos para Campinas”.

 

A
mostra de negócios será dividida em três ambientes: oportunidades
municipais (exposição das facilidades oferecidas pelos municípios do
entorno de Campinas para o estabelecimento de novos empreendimentos),
inovação e tecnologia (exposição de centros de P&D, públicos e
privados, universidades e entidades de ensino tecnológico, parques
científicos e tecnológicos, além de empresas de base tecnológica e/ou
com processos e produtos inovadores) e
startups / spin-offs / incubadas de base tecnológica (exposição de empresas nascentes, de base tecnológica e/ou processos e produtos inovadores).

 

Região do Conhecimento

Este
ambiente é fruto da organização promovida pelos principais atores de
uma comunidade territorial e visa garantir importantes fatores de
sustentabilidade deste processo, tais como:

 

•Capacitação: mão de obra altamente qualificada e flexível

 

•Excelência em educação e pesquisa

 

•Capacidade de gerar inovação

 

•Comprometimento das lideranças

 

•Rede de relacionamentos

 

•Cultura empresarial e comercial colaborativa e competitiva

 

•Diversidade da estrutura econômica

 

•Infraestrutura para a conectividade interna e externa

 

•Oferta cultural e de entretenimento

 

•Equipamentos urbanos

 

•Compromisso ambiental.

 

 Vantagens e diferenciais das regiões do conhecimento

 

• Criação de mais empregos com melhor e mais elevado nível de remuneração e satisfação;

 

• Crescimento acelerado do PIB e da riqueza da população;

 

• Sustentabilidade da economia como resultado da capacidade de inovar, produzir e reinvestir;

• Efetivo estímulo e desenvolvimento do empreendedorismo;

 

• Ênfase
na expansão do turismo, capaz de gerar negócios e colocar a localidade
entre as que realmente importam e fazem a diferença;

 

• Investimento
em áreas públicas, tais como parques, transportes públicos,
bibliotecas, equipamentos culturais, centros médicos etc;

 

• Desenvolvimento
do sentimento de orgulho, pertença e confiança da população, que
estimulam o reinvestimento, na própria localidade, do capital gerado
localmente;

 

• Conscientização da comunidade para a preservação e recuperação ambiental;

 

• Manutenção da qualidade de vida para assegurar o comprometimento dos empreendedores com a localidade;

 

• Auxílio às empresas visando reduzir a vulnerabilidade da economia local às decisões estratégicas tomadas à distância.

 

 Fundação Fórum Campinas

 

A Fundação Fórum Campinas congrega as seguintes instituições de pesquisa da Região

de Campinas:

 

1. Cati – Coordenadoria de Assistência Técnica Integral

2. CPqD – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações

3. CTI – Centro de Pesquisas Renato Archer

4. Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

5. IAC – Instituto Agronômico de Campinas

6. IB – Instituto Biológico

7. Ital – Instituto de Tecnologia de Alimentos

8. IZ – Instituto de Zootecnia

9. LNLS – Laboratório Nacional de Luz Sincrotron

10. PUC – Campinas – Pontifícia Universidade Católica de Campinas

11. Unicamp – Universidade Estadual de Campinas

De Mônica Monteiro/Decom com Assessoria de Benassi.

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Arena Digital Campinas vai debater PNBL e Cultura Digital

Inscreva-se já!


Arena Digital Campinas é um evento sobre Cultura Digital e
um espaço para discutir a democratização da banda larga em Campinas e Região e
no País com o Plano Nacional de Banda, projeto do governo federal  de
universalização dos serviços de internet. É organizado pela Comissão de Ciência
e Tecnologia da Câmara, presidida pelo vereador Sérgio Benassi (PCdoB), em
parceria com a IMA (Informática de Municípios Associados), Unicamp, CPqD,
Ciatec, ONGs e projetos como CDI – Comitê para Democratização da Informática -,
Casa de Cultura Tainã, Prouca – Programa Um Computador por Aluno, Associação
Campineira de Imprensa, Jovem.Com, Sindicato dos Jornalistas, Centro de Estudos
Barão de Itararé e as secretarias municipais de Educação, Cultura, Assistência
e Coordenadoria da Juventude. Tem  apoio cultural da Sanasa, Agência Click
Ideia e Elemídia.

 

O  evento reunirá especialistas, políticos, empresários
e estudiosos em mesas redondas que debaterão os temas relacionados à banda
larga e cultura digital, tais como Infraestrutura digital, Economia digital,
Educação, Memória e Comunicação.  O intuito é trazer a sociedade civil
organizada e prefeituras da RMC para as discussões das cidades digitais e também é
conscientizar professores e estudantes do ensino médio e das universidades de
Campinas e região, além de usuários da rede mundial de computadores,  sobre
a diversidade de possibilidades abertas pelas novas tecnologias no campo da
educação e do trabalho.

 

O Arena Digital Campinas acontecerá  no dia 17 de
setembro, no Centro de Convivência Cultural. Mas os interessados podem acessar
informações e debater PNBL e cultura digital no site: www.arenadigitalcampinas.net.br
e nas redes sociais (facebook, twitter e youtube). As inscrições gratuitas
também serão feitas no site. Todos os participantes receberão certificados. Inscreva-se já!

 

Participe do Arena Digital Campinas no Facebook, no Twitter e no Youtube.

Programação

A programação do Arena Digital Campinas abrigará oficinas de
redes sociais, tvweb, rádioweb, fotografia e música eletrônica, feira de
instalação de software livre, apresentação de projetos tecnológicos e
educacionais, telecentros e algumas atividades serão transmitidas ao vivo pela
internet. A IMA disponibilizará um sinal de wirelless livre de 15 Mbps (Megabites por segundo). Haverá telecentros disponíveis para oficinas e navegação, mas o usuário pode levar seu laptop, tablet ou celular com conexão à rede.

 

As mesas redondas vão discutir Infraestrutura, Economia,
Educação/Memória, Cultura e Comunicação digitais. Entre os participantes está o
sociólogo e professor Sérgio Amadeu da Silveira, conselheiro do Comitê Gestor
da Internet do Brasil (CGI.br), um dos nomes mais atuantes na luta pela
democratização da banda larga. Participam também uma das coordenadoras da
Campanha Nacional – Banda Larga é um Direito Seu!, Veridiana Alimonti; o
coordenador da Rede Brasil Atual, Paulo Salvador; o presidente da IMA, Pedro Ziller,
e o da Ciatec, Luiz Carlos Rocha Gaspar; o presidente da RMC, Hamilton
Bernardes Jr.; o coordenador do Ubuntu SP, Kemel Zaidan; os secretários de
Educação e o do Esporte e Lazer de Campinas, Márcio de Andrade e Gustavo Petta;
o professor da Unicamp, José Valente e a pesquisadora Cristiane Dias, do
Labeurb, entre outros. (Veja programação completa)

Programação
Dia 17

8h30 – Cadastramento – Salão de Entrada
9h30 – Abertura Oficial – Teatro Luís Otávio Burnier

10h – Mesa redonda: O que é PNBL e sua importância para o desenvolvimento
nacional – Teatro LOB
Sérgio Amadeu – Conselheiro do CGI.br
Veridiana Alimonti – Inst. Bras. de Defesa do Consumidor – IDEC / Campanha
Nacional da Banda Larga

11h30 – Mesa: Banda Larga e RMC: Projeto Cidade Digital – Teatro Luís Otávio
Burnier
Pedro Ziller – Presidente da IMA (Informática de Municípios Associados)
Hamilton Bernardes Jr – Prefeito de Pedreira e Presidente da RMC
Marcos de Carvalho Marques – CPqD – Mapa Cidades Digitais

11h30 – Mesa: Transmissão de grandes eventos esportivos e o torcedor 2.0 – Sala
Carlos Gomes
Gustavo Petta – Secretário Munic. de Esporte e Lazer
Joel Benin – Ministério dos Esportes – Copa do Mundo 2014

13h – Intervalo para Almoço

13h30 – Mesa: Banda Larga e Cultura Digital na Educação/Memória – Teatro Luís
Otávio Burnier
Prof. José Valente Unicamp-Nied
Márcio Rogério Silveira de Andrade – Secretário Mun. Educação de
Campinas/Prouca
Manoel Dantas – Click Ideia

13h30 – Mesa: Banda Larga e mercado digital – Sala Carlos Gomes
Luis Carlos Rocha Gaspar – presidente do Ciatec
Rodrigo Saraiva – Diretor da Elemídia
Kemel Zaidan – Coordenador do Ubuntu SP

15h30 – Mesa: Comunicação e informação na cultura digital – Sala Carlos Gomes
Guto Camargo – presidente do Sindicato dos Jornalistas de SP
Barão de Itararé
Paulo Salvador – Rede Brasil Atual

15h30 – Mesa: Cultura Digital e Sociedade – Teatro Luís Otávio Burnier
TC – Ponto de Cultura Tainã
Cristiane Dias – Pesquisadora do Labeurb-Unicamp

Oficinas nos telecentros e Galeria B:
10h – Jogos Sesc
11h e 15h – Redes Sociais
12h – Rádioweb
12h – Tvweb
10h e 13h – Foto digital
11h e 15h – Música Eletrônica
11h30 e 14h – Robótica

Exposições no Teatro de Arena:
Jovem.com
CDI -Comitê pela Democratização da Informática
Prouca – Programa Um Computador por Aluno
Agência Click Ideia
CPqD – Tecnologias
Ciatec
Ubuntu

Atividades paralelas no recinto:
Ônibus E-Gov: atendimento e serviços on line
Sanasa Móvel: Atendimento ao público
Monitoramento das câmeras do Cimcamp ao vivo

 

Campanha Nacional de Banda Larga

O Arena Digital Campinas foi incluído no roteiro da Campanha
Nacional pela Banda Larga, aderida por dezenas de entidades no País. O evento
será o pontapé inicial para um fórum permanente de debates sobre uma Campinas
digital. 

 

Veridiana Alimonti, do Instituto Brasileiro de Defesa do
Consumido (Idec) e coordenadora da Campanha Nacional  “Banda Larga é
Direito seu!”, que fará parte da mesa redonda sobre PNBL e Desenvolvimento,
afirma que a luta dos movimentos sociais é não só democratizar o acesso à banda
larga, mas oferecer um serviço de qualidade e barato. “Esta é uma bandeira
estratégica para o desenvolvimento do País”.

 

Atualmente o serviço de internet oferecido pelo mercado
deixa à desejar, primeiro por não universalizar; segundo por ser caro; terceiro
por ser ineficiente. As empresas não são obrigadas a entregar toda a banda que
oferecem. Por isso, o governo federal desenvolveu o Plano Nacional de Banda
Larga, com intuito de universalizar o acesso, mas a pressão das multinacionais
têm sido forte em favor de seus interesses lucrativos. Os movimentos sociais
fizeram um manifesto: ”…É necessário que se faça uma vigília permanente para
que as políticas de banda larga estejam pautadas no interesse público, o que já
sofre reveses. Os rumos recentes tomados pelo governo reforçam o abandono da
ideia de serviço público como concretizador de direitos e privilegia soluções
sob uma lógica de mercado.”

 

Segundo o vereador Sérgio Benassi, presidente da Comissão de
Ciência e Tecnologia da Câmara Municipal de Campinas, com a sociedade, as
empresas e o poder público interagindo pela internet e a exigência cada vez
maior deste dinamismo nos relacionamentos digitais, é preciso pensar de maneira
coletiva e democrática de fazer a cidade se desenvolver neste sentido. “Campinas
e região sempre foram vanguarda em tecnologia e políticas públicas. Vamos com
este evento reunir as principais instituições de nossa cidade e região nesta
área para ampliarmos o debate sobre  Campinas Digital e um País mais
conectado”.

 

CCC é transformado em estação digital

A realização do Arena Digital Campinas no Centro de
Convivência Cultural já trouxe um avanço permanente ao acesso à banda larga
para os usuários do local e para a cidade.  A IMA (Informática de
Municípios Associados) transformou todo o complexo formado pelos de teatros de
Arena e Luís Otávio Burnier, Sala Carlos Gomes salas e galerias A, B e C,
Administração, Orquestra Sinfônica, além de toda Praça Imprensa FLuminense numa
estação digital. Todos os ambientes receberão cabos de fibra óptica ou wireless
com acesso livre.

O acesso à banda larga abre novas possibilidades de uso dos
espaços do CCC,  que poderão ser utilizados para eventos, palestras,
oficinas ou cursos que exijam utilização da rede mundial de computadores.

 

Acontecerá no Arena Digital Campinas

– O presidente da IMA (Informática de Municípios
Associados), Pedro Jaime Ziller, na mesa sobre Banda Larga e RMC – Projeto
Cidade Digital, apresentará os avanços do plano em Campinas. A IMA será
responsável pela implementação do Plano Nacional de Banda Larga na Região
Metropolitana de Campinas.

 

– O diretor do CPqD, Marcos de Carvalho Marques, apresentará
o estudo do ranking de cidades digitais no Estado e seus avanços desde 2005. O
CPqD também fará uma demonstração do T-Cod, software direcionado para Educação,
que está quase pronto para revolucionar o conceito de ensino nas salas de aula,
levando mais interatividade entre alunos e professores. O software receberá um
novo nome para chegar ao mercado.

–  O secretário de Esportes e Lazer, Gustavo Petta,
debaterá com o coordenador de Comunicação da Copa 2014, Joel Benin, as
transmissões de grandes eventos esportivos e a novas tecnologias utilizadas
pelo torcedor  que mais interativo.

 

– A UCA Unicamp (Um Computador por Aluno), que tem parceria
com a Secretaria Municipal de Educação, fará apresentação do projeto “Robótica
na Escola”, coordenado pelo professor José Valente do Nied (Núcleo de
Informática para Educação) da Universidade Estadual de Campinas. As crianças e
professores poderão programar os robozinhos com os netbooks quer serão
utilizados em todas as escolas infantis do município.

 

– A mesa sobre Banda Larga e Mercado Digital terá
representantes da Elemídia, empresa de comunicação em elevadores; do Ubuntu,
sistema operacional desenvolvido em plataforma Linux e do Ciatec, incubadora
municipal de empresas de tecnologia. A discussão girará em torno dos novos
profissionais e o desenvolvimento de tecnologias próprias e independentes no
País. O pessoal Ubuntu também fará um feira de instalação de softwares livres.

 

Mais:

Ø 
Wirelles de 15 megabites livre em todo o Centro de
Convivência.

Ø 
O Sesc Campinas fará oficinas de jogos
educativos.

Ø 
A Associação Campineira de Imprensa (ACI) será
responsável pela oficinal de Redes Sociais

Ø 
O CDI – Comitê de Democratização da Informática
dará oficinas de RádioWeb e Foto Digital.

Ø  A ONG E-Jovem fará oficina de TVWeb.

Ø 
A Aimec (Academia Internacional de Música
Eletrônica) ministrará uma oficina de composição e edição de música digital

Ø 
O ônibus E-Gov da Prefeitura e o Sanasa Móvel
estarão atendendo  ao público no dia.

Ø 
O Cimcamp fará transmissão ao vivo das câmaras de vigilância.

Ø 
Transmissão ao vivo pela internet pela Casa de Cultura Tainã e Net Comunidade.

 


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Benassi assume presidência do PCdoB-Campinas


O vereador Sérgio Benassi assumiu a presidência do PCdoB  neste sábado (27). A escolha ocorreu logo após a
Conferência Municipal do partido, que elegeu o novo Comitê Municipal, formado
por 27 pessoas, para gestão 2011-2013. Deixa o cargo, após dois mandatos, João
Raimundo de Sousa, o Kiko.

Benassi assume a direção do partido com o objetivo de
continuar o trabalho de ampliação de quadros e fortalecimento da legenda na
cidade, realizado por Kiko, e enfrentar o novo quadro político da cidade,
mantendo o PCdoB no centro das discussões das estratégias de desenvolvimento
das metas do projeto político vencedor nas urnas em 2008.

O novo presidente será o responsável por dirigir a
implementação do programa estabelecido pela Conferência,  que tem como algumas metas reestruturar e fortalecer os
núcleos do Partido nas diversas regiões do município, fortalecer a participação
nos movimentos sociais e construir uma chapa forte para disputar as eleições de
2012.

“Temos mais do que nunca fortalecer nosso ideal de construir
uma sociedade mais equânime e com justiça social, em que todos possam usufruir
dos direitos e liberdades garantidos em nossa constituição”, afirma.

A Conferência Municipal foi precedida de pré-conferências
ocorridas em todas as regiões da cidade, que envolveram mais de mil
filiados.

 

Ato político

Durante a Conferência Municipal do PCdoB ocorreu um ato
político com a presença do prefeito Demétrio Vilagra, de dirigentes do PSC,
PT, PPS e PDT e por lideranças de movimentos sociais. O ministro dos Esportes, Orlando Silva, prestigiou o ato e
saldou os novos filiados do Partido. 

Benassi, em seu discurso, reforçou a defesa do projeto político vitorioso
nas urnas, o qual o PCdoB e mais 11 partidos ajudaram a construir e que levou
melhores condições de vida para a periferia de Campinas. “Querem derrotar e
humilhar os 12 partidos da coligação, mas não vão conseguir”, afirmou Benassi.

 

Socialismo

O PCdoB  é o Partido
do Socialismo e serão duras suas batalhas neste rumo, segundo a presidenta do
PCdoB estadual, Nádia Campeão, que abriu a Conferência em Campinas. Nádia
observou que para entender a crise em Campinas, que quer forçar um retrocesso
nas conquistas populares, utilizando o discurso da moralidade porque não
consegue fazer o contraponto político, é reflexo do avanço das forças
conservadoras no mundo, nascida da crise recente do Capitalismo.

Surgida de
dentro da maior potência econômico-militar mundial, os EUA, que contaminou toda
a Europa, a crise revelou que este sistema, apesar de ter trazido avanços reconhecidos
à civilização no passado, chegou ao seu limite.  Para José Reinaldo de Carvalho, secretário
nacional de comunicação do PCdoB,  “são
grandes os desafios para o nosso PCdoB. O mundo vive dias turbulentos, com o
agravamento da crise do capitalismo, que é sistêmica, profunda, extensa e
duradoura”.

Se o rumo é o Socialismo, o caminho está no fortalecimento
das forças que querem mais democracia, mais liberdade, mais equilíbrio, mais
justiça social. E o PCdoB quer estar no centro desta construção. “Este avanço
depende da existência de um núcleo de esquerda forte, da unidade entre as
amplas forças democráticas e populares, do desenvolvimento das lutas das massas
populares e do êxito na realização de uma plataforma de combate pelas reformas
democráticas estruturais: reforma política, dos meios de comunicação, reformas
agrária e urbana, educacional, do sistema de saúde e tributária. O PCdoB deve
atuar como pólo aglutinador e mobilizador dessas lutas, despertando a
consciência e a organização do povo e promovendo sua unidade”, afirma Zé
Reinaldo.

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PCdoB convida para a Conferência Municipal

O Diretório Municipal de Campinas no Partido Comunista do Brasil convida seus filiados e a população da Conferência Municipal, que acontecerá no dia 27 de agosto.

A partir das 9h começa o debate sobre a conjuntura municipal vai dar o tom da Conferência. Às
15h, acontece um grande Ato Político aberto a toda a população, com a
presença de dirigentes estaduais e nacionais, autoridades políticas
municipais e lideranças sindicais e populares de toda a região.

Estamos esperando por você.

Comitê Municipal do PCdoB

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Discurso de Benassi na sessão que cassou prefeito

Discurso:
– A importância da decisão que será tomada, apesar de divergir
no fundamental dentro da preocupação dos companheiros. Tenho profundo respeito
a divergências de opiniões. Sempre dediquei minha vida a garantir ter cenas
como estas (de protestos) desde pequenino. 
Vivi numa época em que o simples livre pensar e o perfilhamento à ideias
que eram consideradas irregulares eram pagas com a vida. Aprendi a ser educado,
respeitoso e aceitar as diferenças de opinião.

A Câmara tem dever de consciência fortíssima no julgamento
que hoje se faz. A Câmara funciona como um tribunal neste momento. Cumpre um
papel especial de ser julgadora dos atos e responsabilidade do magistrado maior
do município que é o prefeito.

A Câmara no cumprimento do dever de sua responsabilidade,
que é enorme, representa mais de um milhão de habitantes. E agora, acata, como
fez corretamente, denúncias para apuração e investigação de supostos atos ilegais
praticados por membros da Administração.

As denúncias devem relacionar fatos. Porque o dever de
Justiça é apreciar fatos e responsabilidades relacionadas a estes fatos. Quais?
Crimes contra a administração pública, no caso da Sanasa; irregularidades
relativas à aprovação de projetos urbanísticos; fiscalização relativa ao
funcionamento de antenas. Estes eram os fatos apresentados. Sobre estes fatos
levantou-se a suspeita de responsabilidade e envolvimento do prefeito. Estamos
julgando o prefeito. Neste sentido, é preciso avaliar o prefeito na condição de
réu e responder clara e objetivamente para a sociedade, porque é pra isso que
esta comissão foi formada e é essa a natureza do julgamento que vamos aqui
fazer, cada um de nós com seu voto.

Quais os atos objetivos do prefeito diante destes fatos?
Quais os fatos de envolvimento do prefeito, que possam justificar a cassação?
Porque é esta a natureza do julgamento. Quais as provas objetivas, materiais,
do envolvimento do prefeito? Há algum ato praticado pelo prefeito que esteja
sendo apurado ou foi denunciado pelo Ministério Público, que é quem revelou
este conjunto de denúncias envolvendo vários membros da Administração? O que
diz o MP? Tanto é que a fonte inicial foi o relatório do MP. E a Comissão
Processante  não só de posse disto, mas
também de posse de outros elementos, avaliou e levou em conta, como diz o
próprio relatório final.

Portanto, ao lado do julgamento político dos atos administrativos
há que se observar também os aspectos de legalidade. O rigor da legalidade,
como nos impõe a legislação e o decreto-lei 201/67, que é orientado no seu
substrato pelo Código Penal. O rigor adotado pela Comissão Processante, que eu
quero aqui elogiar, levou em conta exatamente a preocupação de não cometer
nenhum deslize que pudesse invalidar o processo, que pudesse atrapalhar a
essência do ato fundamental da câmara, que é julgar os atos do prefeito.

Este rigor tinha que revelar, primeiro, que atos contra a
lei foram praticados pelo prefeito ou quais omissões suas resultaram em atos
irregulares. Segundo, qual o envolvimento dele lesando os interesses, o
patrimônio e as finanças públicas. É inescapável isso, porque este é o pedido
do processo que iniciou a CP. Quais provas destes crimes o Ministério Público
revelou? Alguma? Resposta: Nenhuma. Não sou eu que estou dizendo, é o Ministério
Público. 

Então, o julgamento é politico, mas nada autoriza que pela
política se cometa arbitrariedades, aberrações jurídicas ou se passe por cima
do Estado de Direito e das regras do devido processo legal. Ninguém na
sociedade brasileira abre mão do Estado de Direito.  A Câmara, na função especial deste momento,
que é de um tribunal, como foi rigorosa no procedimento para não cometer
deslizes, deve também ser rigorosa na apuração e identificação das provas. Das
provas!  E está caracterizado,
fartamente, que a Comissão procurou este rigor e não encontrou as provas. Isso
não sou eu quem diz; o relatório diz. O que diz o MP? “O Ministério Público
mais uma vez indicando que o prefeito não tem conhecimento do esquema criminoso”.
Não fui eu; foi o promotor. E diz ainda: “O prefeito não é objeto das
investigações e não há nenhum elemento que aponte para isto”. Promotor especial
do GAECO, Amaury Silveira, que foi o membro mais destacado do GAECO. “O prefeito
tem foro privilegiado… e nada existe quer nos depoimentos, quer na
interceptação telefônica, quer nas gravações ambientais, quer nas quebras de
sigilos fiscal e bancário que faça vislumbrar o envolvimento do prefeito
municipal na organização criminosa”. Isso não sou eu quem digo, é o
processo.  É o relatório apresentado da
Comissão.

Finalmente, meu voto portanto acompanha o relatório na
identificação da falta de provas. O relatório afirma categoricamente num de
seus momentos de verdade pura: “não temos prova, não temos tempo de procurar as
provas, porque 90 dias é pouco. Procurar prova provada iria comprometer e não é
preciso buscar o rigor, porque o Ministério Público já disse tudo”. E o que diz
o MP? O prefeito não tem envolvimento com os atos criminosos. O relatório diz
mais. O relatório diz textualmente que o julgamento sendo politico dispensa o
rigor técnico-jurídico, porque dificulta a obtenção da verdade. O relatório
afirma estas palavras. Conclua-se, que para julgar, apurando fatos, condenar,
cassar, é dispensável o rigor da verdade dos fatos?! É com esta concepção que
estamos fazendo um julgamento à luz do Estado de Direito? Posso estar
contrariando a vontade de cassação. Vontade que eu acho justa,  pois a comissão foi feita para isto. Quer
cassar o prefeito? Muito bem. Tem responsabilidade? Muito bem. Tem que prender?
Prenda! Mas com provas. Provas! Porque se implantar a política da condenação
arbitrária, do linchamento público sem provas, dispensando, como diz o
relatório, a busca da verdade, é a instauração da ameaça ao Estado de Direito,
à democracia e a liberdade desta Casa julgar.

Restou, por ultimo, o aspecto do julgamento político. Se o
julgamento é político, como diz o relatório. Se a condenação é política como
diz o relatório, ao ponto de dispensar as provas, de desconsiderar o rigor
técnico-jurídico, então vamos avaliar politicamente. O que está em jogo é
apreciar o governo? Julgá-lo com qual critério? Pelo programa que apresentou? Pelas
ações que executou? Pelas realizações contemplando as necessidades do povo mais
carente? Pelo descumprimento ou cumprimento dos compromissos? Pela sua
capacidade de gestão? Pela firmeza na condução dos atos administrativos,
superando a crise de governabilidade de governos municipais passados? Se for
sobre este aspecto, eu quero aqui declarar, pois penso que quase todos aqui,
inclusive os que se posicionaram pela cassação, tem no fundo de sua consciência
ou em palavras já aqui expressadas, o reconhecimento que deste ponto de vista este
governo é disparado o melhor governo dos últimos tempos. Eu não me envergonho
de afirmar isto. Evidentemente, haverá discordâncias. E se o julgamento é este
e o objetivo é vencer este programa, o ambiente e o momento adequado não é aqui
neste julgamento. Mas o momento certo, no fórum certo, é na disputa do voto da
população.

Com isso, não quero dizer que se devam apagar as
responsabilidades.

Eu luto pela continuidade deste projeto respeitando o Estado
de Direito. E não aceito a quebra da presunção de inocência como critério de
julgamento.

Obrigado!

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Transporte Ferroviário será debatido em audiência pública

O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias Paulistas, presidido por Francisco Aparecido Felicio, realizará no dia 12 de agosto de 2011, das 11h às 13h, no Salão Vermelho da Prefeitura de Campinas, uma audiência pública para debater com a categoria o reaquecimento desta atividade. O vereador Benassi é convidado especial do evento devido a sua luta histórica por este modal.

Para Benassi, o interesse na retomada e desenvolvimento do transporte ferroviário deve ser de toda a sociedade. “Estivemos no enfrentamento do desmonte do sistema no passado, o que a  realidade atual demonstra que foi um atraso para o nosso País”, avalia.

Nesta audiência, será discutida a extensão das atividades da CPTM – Companhia Paulista de  Trens Metropolitanos até Campinas, abrangendo os municípios de Jundiaí, Louveira, Vinhedo  e Valinhos. O interior de São Paulo sempre foi uma locomotiva neste setor – literalmente
– devido à sua ampla malha ferroviária, que serviu ao desenvolvimento do Estado e do  Brasil por um século, e que atualmente são subutilizados, com potencial de expansão extraordinário.

O fortalecimento desta bandeira do transporte ferroviária no meio político e na sociedade  civil organizada é o caminho para que a retomada consistente e forte desta alternativa, em patamares tecnológicos mais elevados, que influencia não só no potencial econômico, mas é uma solução social e ecológica para o transporte público e de produtos.

Benassi, que é presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, convida a todos para participarem da audiência pública e fortalecerem a luta pela retomada do sistema de transporte ferroviário.

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Boas Festas e Próspero Ano Novo

Este ano que se encerra foi muitas lutas e conquistas para Campinas e para os campineiros. O mandato de Sérgio Benassi (PCdoB) esteve junto das principais delas, como regularização fundiária e melhoria de infraestrutura em diversos bairros da periferia de Campinas; no combate a Cracolândia e pela revitalização do Centro; a implosão da antiga rodoviária; a conquista da passagem de pedestre do Terminal Metropolitano, entre tantas outras.

Nas discussões políticas de vulto da cidade, o mandato sempre esteve presente para defender os interesses da população mais pobre e o desenvolvimento de Campinas, como a ampliação de Viracopos com respeito aos moradores vizinhos e ao meio ambiente, com ações como a luta pela duplicação da SP-324; o desenvolvimento de políticas de esporte e Lazer, com a aprovação do Projeto Ruas de Lazer e negociação de áreas de lazer e esporte na periferia; a formalização do comércio em Campinas, com iniciativas como o Shopping Popular e o projeto de alvará para pequenos comércios residenciais; política de Habitação e mais verba para moradia popular de Campinas, com o projeto de aumento de verba do Fundap;  a luta para acabar com os prédios abandonados do Centro, com demolições como a da antiga madeireira da rua dr. Ricardo e do prédio da antiga rodoviária; a importante discussão sobre o uso racional dos recursos hídricos, com a proposta do uso da água de chuva; entre muitas outras iniciativas.

Benassi aprovou este ano também lei que possibilita a entrada de Correio em áreas irregulares; a Lei do Estágio, que melhora a vida dos estagiários de Campinas; o projeto que inclui fisioterapeutas na rede pública de Saúde e a reforma dos marcos legais da região central, que possibilitarão um novo empreendimento na área da antiga rodoviária e impedirão comércios ilegais ou clandestinos, que facilitam o tráfico e a prostituição na região central.

2010 se encerra com saldo possitivo e 2011 está chegando com a promessa de novas lutas e conquistas de Benassi e do PCdoB. O mandato popular do vereador Benassi sempre estará alertas às demandas da população e de portas abertas para defender as bandeiras do progresso e da justiça social.