benassi-marca-dagua

Ex-presidente da Sanasa nega irregularidades em contratos

O ex-presidente da Sanasa (Sociedade de Abastecimento S/A),
Luiz Augusto Castrilon de Aquino, prestou depoimento na tarde de
sexta-feira (26/11), no Plenário da Câmara, à Comissão Parlamentar de
Inquérito (CPI), instalada há quase dois meses na Câmara para investigar
denúncias de fraudes em licitações públicas firmados com as empresas
prestadoras de serviço Infratec, Pluriserv e Lotus.

Durante
quase duas horas de depoimento, Aquino negou qualquer tipo de
irregularidade nos contratos. Ele garantiu que todos assinados em sua
gestão (2005 a 2008) foram aprovados pelo Tribunal de Contas do Estado
(TCE), Prefeitura e auditoria interna da Sanasa. “Acho que ele é
o maior juiz”, disse Aquino referindo-se ao TCE. No entanto, ele
afirmou ter recebido em sua sala alguns empresários que são acusados de
envolvimento no esquema de fraudes, como José Carlos Cêpera, que segundo
promotores que trabalham no caso, é o líder da quadrilha que fraudava
licitações.

“Recebi empresários, políticos e lobistas. Vou falar
porque lobista é uma profissão regulamentada no país, recebi o Cêpera
duas vezes. Conversar não faz mal algum para ninguém. É assim que se
administra bem o setor público. Não tenho medo de conversar com ninguém
até com pessoas perigosas”, contou.

Aquino afirmou ainda que é
impossível ter ocorrido qualquer tipo de fraude  no processo de
licitação para a contratação das empresas. “O presidente (Sanasa) só
assina a abertura do processo licitatório. A partir daí cabe ao
departamento de licitação e os diretores e o presidente não têm mais
acesso. Nunca vi um processo tão cristalino, mesmo que se tentasse uma
fraude seria impossível”, explicou.  

Para o vereador Benassi, presidente da CPI, até o momento nenhum fato contrato e documental apresentado pelo Ministério Público, pelas empresas e no depoimentos indicam que houve irregularidades nas licitações da Sanasa e da IMA.

As fraudes teriam sido
praticadas em várias cidades brasileiras em contratos somam cerca de R$ 615 milhões. Os contratos da Sanasa com essas
empresas são nas áreas de segurança, vigilância e limpeza. Além de
negar irregularidades nos contratos, Aquino disse que em sua gestão a
Sanasa experimentou um período de desenvolvimento.

Segundo ele, o
faturamento da empresa subiu mais de 68% no período de 2005 a 2007 e o
lucro operacional superou 80%. “Em 2005, o resultado líquido da empresa
era de R$ 21 milhões e em 2007 chegou a R$ 38, 2 milhões”.

Sub-Comissão

Os membro da CPI criaram, em reunião realizada na semana anterior à oitiva, uma sub-comissão para preparar um uma diligência à Sanasa. Os vereadores querem verificar in loco algumas informações contidas nos relatórios da sindicância, como postos de trabalhos e número de funcionários. O itinerário da visita será conhecido somente no dia da visita, que acontecerá sem prévio aviso.

Depoimentos

A CPI da Sanasa
pretende ouvir no dia 03 de dezembro o ex-diretor financeiro da empresa,
Marcelo Quartim Barbosa de Figueira. Os integrantes da Comissão querem
mais informações sobre os contratos da empresa com as empresas
investigadas pelo Ministério Público.


Texto: Assessorias de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas e do vereador Benassi.
Fotos: A.C.Oliveira/CMC

benassi-marca-dagua

Auditoria conclui que contratos da Sanasa e IMA são regulares

Foto: A.C.Oliveira / CMC

Auditoria realizada pela Prefeitura de Campinas na Sanasa e na IMA (Informática de Municípios Associados) concluiu não haver irregularidades nas licitações vencidas pelas prestadoras de serviços Infratec, Pluriserv e Lotus. Segundo a
secretário de Assuntos Jurídicos, Carlos Henrique
Pinto, a comissão que investigou os contratos realizados desde
1994, formada por servidores de carreira da Prefeitura e das duas
empresas públicas, não apontou nenhum ilícito
nos contratos em vigor e nos anteriores no que tange aos aspectos
formais, de procedimento e jurídicos. A Prefeitura de Campinas
é a acionista majoritária da Sanasa e da IMA.

O relatório
da auditoria foi entregue nesta terça-feira (16) ao
presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito que
investiga as denúncias do Ministério Público
sobre supostas fraudes nas licitações e envolvimento de
agentes públicos e políticos. A entrega do documento
aconteceu diante da Imprensa, que tem dado ampla cobertura das
denúncias do MP e das ações da CPI.

De acordo com
informações do secretário, a auditoria apontou
que o processo licitatório para contratação das
empresas foi regular; os preços pela prestação
de serviços estão dentro da média do mercado e
foram apurados junto ao sindicato da categoria de trabalhadores e a
outras empresas públicas e privadas; finalmente, a execução
do serviço está sendo prestada eficientemente, como foi
comprovado por diligências nos locais de trabalho. Apesar
disto, o representante da Prefeitura sugeriu que os contratos não
sejam renovados e ocorram novas licitações, o que fora antecipado pelos presidentes das autarquias em depoimentos à
CPI. A Lótus faz leitura e corte de água; a Infratec
realiza serviço de segurança armada e a Pluriserv, de
portaria.

Henrique Pinto
reafirmou a informação, dada pelas sindicâncias
da Sanasa e da IMA, que não existe envolvimento de agentes
públicos em irregularidades e ressaltou que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) aprovou as contas das empresas de 2008. Concluiu, então, que se houve crime na
ação dos acusados pelo MP – presos
preventivamente por formação de quadrilha e já
foram postos em liberdade pela Justiça para responderem ao
processo -, isto aconteceu “extra-muros”, ou seja, sem o
conhecimento das empresas públicas, o que as tornam vítimas,
caso houve combinação dos concorrentes. O secretário
citou o artigo 90 da Lei 8.666, que reza ser crime: “frustrar
ou fraudar, mediante ajuste, combinação ou qualquer
outro expediente, o caráter competitivo do procedimento
licitatório, com o intuito de obter, para si ou para outrem,
vantagem decorrente da adjudicação do objeto da
licitação. A pena para este crime é de 2 a 4
anos de detenção e multa.

O relatório da Prefeitura
será incorporado aos documentos que a CPI analisa. Para
Benassi, o material dará mais instrumentos para a elaborarão do relatório. Juntamente com os outros documentos apurados
pela Comissão e o resultado das oitivas, que ainda não
terminaram, os membros da CPI poderão aprovar um parecer e o
Legislativo dar uma resposta convincente à sociedade
campineira, maior interessada na apuração das
denúncias.

Oitiva

A CPI convocou o ex-presidente da
Sanasa, Luiz Augusto Castrillon de Aquino, e o ex-diretor financeiro,
Marcelo Quartim Barbosa de Figueira, para dar esclarecimentos nesta
quinta-feira (18). Mas, devido a uma indisponbilidade de agenda de
Aquino, a reunião pode ser adiada para segunda-feira. A data
precisa ser confirmada pelo depoente. Figueira, que reside na
Capital, ainda não se manifestou sobre a convocação.

Sobre o caso

Promotores do Grupo de Atenção
Especial sobre o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério
Público denunciaram em setembro um esquema de fraudes em
licitações de governos estaduais, prefeituras e
empresas públicas para contratação de empresas
de prestadores de serviços. Este esquema seria coordenado por
uma quadrilha especializada em fraudes, encabeçada por José
Carlos Cepera, proprietário e suposto administrador oculto de
seis empresas, que estão em nome de laranjas, entre elas
Infratec, Pluriserv e Lótus, contratadas pela Sanasa e IMA. As
empresas em nome de laranjas venceram centenas de licitações
municipais e estaduais nos últimos anos, alcançando
cifras milionárias em decorrência dos contratos públicos
celebrados que atingem o valor de R$ 615 milhões. As empresas
têm contratos, inclusive, com o Ministério Público,
Tribunal de Justiça, Sabesp, Prodesp, Governo do Estado de Sâo
Paulo e Tocantis, entre outros. Oito pessoas foram presas
preventivamente. Outros dois envolvidos são procurados. Cepera
e os outros presos já respondem pelas acusações
em liberdade.

A Câmara Municipal de Campinas abriu uma
CPI, em meados de setembro, para investigar as denúncias que
envolviam as empresas da cidade. Em relatório do Gaeco enviado
à Câmara, cujo diversos órgãos de Imprensa
também tiveram acesso, não há denúncia
formal contra Sanasa e a IMA. Mas a Comissão solicitou
documentações às empresas, que fizeram
sindicâncias internas e a Prefeitura, auditoria, por ser a
maior acionista de ambas. Nada de irregular nos contratos foi
encontrado. Os presidentes das autarquias foram ouvidos e confirmaram
os resultados das sindicâncias. A CPI convocou o ex-presidente
da Sanasa, que ainda será ouvido.

O Gaeco afirmou à Imprensa que realiza uma
investigação especial sobre a Sanasa. A CPI solicitou
informações. Mas o MP informou que as investigações
correm sob sigilo. A CPI tem prazo de 90 dias para concluir suas
investigações e aprovar um relatório. A Comissão
é formada pelos vereadores Sérgio Benassi (presidente),
Sebastião dos Santos (relator), Jorge Schineider, Artur Orsi,
Jairson Canário, Vicente de Carvalho e Professor Alberto.

benassi-marca-dagua

Sanasa entregará documentos à CPI na segunda-feira, às 11h

O vereador Sérgio Benassi (PCdoB),
presidente da CPI das Licitações na Câmara Municipal de Campinas, em diligência
realizada nesta sexta-feira à Sanasa recebeu resposta ao ofício enviado ontem por seu
gabinete pedindo agilidade na entrega das informações à Comissão Parlamentar de
Inquérito sobre os contratos com empresas denunciadas de fraude pelo Ministério
Público.

O ofício assinado pelo presidente da
Sanasa, Lauro Péricles Gonçalves, informa que a documentação requerida pela CPI
será entregue na segunda-feira (18), às 11h, na sede da autarquia. Entre outros
documentos, será disponilizado aos membros da CPI os relatórios finais da
sindicância interna da Sanasa, que levantou informações sobre contratos com as
empresas Lotus Serviços Técnicos Ltda, Pluriserv Serviços Técnicos Ltda e
Infratec Segurança e Vigilância Ltda.

O ofício enviado à IMA (Informática
de Municípios Associados) não foi respondido até o começo da tarde desta
sexta-feira. O vereador pretende fazer diligência à empresa para agilizar a
resposta.

Após a chegada dos documentos
requeridos, poderão ser agendadas uma nova reunião da CPI e as oitivas com os
presidentes da Sanasa e da IMA. O ofício de resposta da Sanasa segue anexado.

benassi-marca-dagua

Campanha começa com apoio da comunidade e de autoridades políticas

Mais de 300 lideranças de bairros e entidades de Campinas e região estiveram no lançamento da campanha de Benassi-65656 para deputado estadual e Petta-6510, deputado federal, ocorrido no sábado, no Clube da Vila Marieta. O evento foi abrilhantado pelas presenças do futuro governador Aloísio Mercadante (PT) e do futuro senador pelo PCdoB, Netinho de Paula, além de diversas autoridades políticas, como a presidente estadual do Partido, Nádia Campeão e Walter Sorrentino, representando o ComitÊ Nacional.

Mas o principal foi o apoio demonstrado à campanha de Benassi e Petta pelos moradores das regiões do Campo Grande, Nova Aparecida, Ouro Verde, Centro, Sul, Leste, Barão Geraldo e Vip Viracopos. Estavam presentes também o prefeito de Hortolândia, Angelo Perugini, os vereadores da Capital, Tatto e Jamil Murad, empresários e presidentes de insituições.

É o primeiro passo da caminhada que levará Benassi-65656 para a Assembléia Legislativa e Petta-6510 à Câmara de Deputados.


>> Video do discurso do Benassi

>> Veja as fotos

Veja os depoimentos em prol da campanha de Benassi:

>> Orlando Silva apoia Benassi

>> Nadia Campeão apoia Benassi

benassi-marca-dagua

Lançamento da campanha Benassi-65656 e Gustavo Petta-6510


Neste sábado,
dia 31, a partir das 16h, acontece o lançamento da campanha de
Benassi-65656 para deputado estadual e Gustavo Petta-6510, deputado
federal. O evento contará com a presença do ministro
dos Esportes, Orlando Silva, do PCdoB, e do candidato a senador,
Netinho de Paula-650. Estamos esperando também a confirmação
da presença do candidato ao governo do Estado de São
Paulo, Aloísio Mercadante.

O lançamento das campanha da dobrada Benassi-Petta acontecerá
no Clube da Vila Marieta, na rua dr. Betim, 688, Vila Marieta.

Os organizadores
aguardam a presença de cerca de 500 apoiadores das campanhas
de diversas regiões de Campinas e cidades vizinhas.

benassi-marca-dagua

Benassi é indicado pelo PCdoB candidato a deputado estadual

O vereador Benassi foi confirmado neste sábado candidato a deputado estadual para as eleições de outubro deste ano. A convenção estadual do PCdoB ocorreu em São Paulo, no sábado, e confirmou para a Região Metropolitana de Campinas três candidatos a deputado federal e 7 a estadual. O nome de Benassi já havia sido indicado em convenção eleitoral municipal, no dia 29 de maio.

Benassi é vereador pelo quinto mandato e acredita estar preparado para assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa. “Vamos levar a nossa experiência para a Assembleia Legislativa para podermos aprofundar as mudanças sociais que vem ocorrendo nos últimos oito anos em todo o País, mas com menos intensidade no Estado de São Paulo”.

O PCdoB confirmou seu apoio à candidatura de Dilma Roussef (PT) à presidência da República e do senador Aloísio Mercadante ao governo. O vereador Netinho de Paula, que também é cantor e apresentador de TV, é o indicado do PCdoB para uma cadeira no Senado.

 

>> Assista discurso de Benassi

 

Trabalho de Benassi

Em seus cinco mandatos como vereador de Campinas, construiu uma carreira política de sucesso. Polêmico e de opinião sólida baseada na plataforma socialista proposta pelo Partido Comunista do Brasil, do qual é militante desde a clandestinidade e membro dos comitês municipal e estadual, Sérgio Benassi foi pivô de lutas históricas pela moradia popular, contra a corrupção e pelo desenvolvimento de Campinas que incluísse as camadas mais pobres da nossa sociedade. Na oposição, denunciou o escândalo dos Precatórios de Campinas na CPI do Congresso Nacional; sua ação na Justiça impediu a falência da cidade, que se afundou em uma dívida de R$ 1 bilhão; quase cassou prefeito Chico Amaral por improbidade administrativa; participou de CEIS que desmascararam a Máfia do IPTU, do Funcionalismo Público e da Dívida.

Construiu junto com o prefeito Hélio de Oliveira Santos todas as políticas que mudaram Campinas nos últimos seis anos. Por quatro, foi líder de governo na Câmara e co-responsável por conquistas históricas como o Ceprocamp, a nova rodoviária, o término do Hospital do Ouro Verde, o PS do Campo Grande, Naves-mãe, Fitel, expansão do aeroporto de Viracopos e política de regularização fundiária. Mas, principalmente, foi o principal articulador entre a vontade popular e o prefeito Hélio. É uma ponte entre a demanda real do povo que mais precisa e o Executivo. Benassi é a força da luta popular.

benassi-marca-dagua

Criação do Sistema Municipal de Uso de Água de Chuva será debatido na Câmara

A criação do Sistema Municipal de Uso de Água de Chuva é o tema de debate público que ocorrerá no Plenarinho da Câmara Municipal de Campinas, dia 1 de junho, às 14h. Organizado pelo vereador Sérgio Benassi (PCdoB), o debate visa reunir as informações sobre a importância da utilização mais racional deste recurso natural e apresentar o acúmulo técnico sobre uso de água de chuva no País. Serão apresentados também exemplos de sucesso na implantação de sistemas de utilização de águas pluviais em Campinas e região.


 


 


Foram convidados especialistas na área de urbanismo, meio ambiente, recursos hídricos e entidades envolvidas no assunto, como Sanasa, Cetesb, Consórcio das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, ONG Jatibaia, além de representantes da sociedade civil organizada que poderão apresentar suas opiniões sobre a necessidade de aprimorar a legislação para a preservação dos recursos naturais para as gerações futuras.


 



 


O debate vem ao encontro da necessidade de abastecer os vereadores de Campinas de informações técnicas e precisas sobre o assunto, tendo em vista que deverão apreciar o veto do Executivo ao projeto de lei 129/2007, de autoria do vereador Benassi, aprovado em maio pela Casa de Leis. O prazo limite para o projeto voltar à pauta do Plenário é dia 7 de junho.


 


Sistema de captação e cisternas instalado em Campinas


Água de chuva


Em 2009, choveu 2 mil milímetros de chuva. Foi um ano atípico, posto que a média na cidade é de 1.420 milímetros por ano, segundo dados da Defesa Civil. Estudos afirmam que cada milímetro de chuva por metro quadrado equivale a 1 litro de água. Ou seja, a captação em um telhado de 100 metros quadrados soma 100 litros por milímetro de chuva. Ano passado, então, este telhado teria captado e armazenado 142.000 litros.


 



 


Esta água limpa, mas considerada não-potável, quando não passada por tratamento, pode ser utilizada em diversas atividades comerciais, industriais e domésticas, como indica o projeto de lei de Benassi: sanitários, limpeza de chão, lavar carros, irrigação na agricultura, jardinagem, resfriamento e muitos outros fins. Um bom exemplo para o uso agroindustrial é a fazenda de bromélias e orquídeas na região do Campo Grande, que é uma das maiores exportadoras destas plantas no mundo. Sem comprar um litro de água, a empresa utiliza cerca de 500 mil litros por semana em irrigação e tem reservado cerca de 12 milhões de litros em suas cisternas, somente com captação de água de chuva pelo telhados.


 



 


Outro impacto positivo na captação e armazenamento de água de chuva, na zona urbana, é a diminuição de enchentes. A água que corre dos telhados pelas vias impermeabilizadas em alta velocidade seria retida, diminuindo seu volume, causaria menos estragos como vemos todos os anos, como vias alagadas e danos materiais. “Esta é uma política que pensa o futuro da cidade”, afirma Benassi.


 



PL 129/2009


O Projeto de Lei 129/2007, que trata do Sistema de Uso da Água de Chuva em Campinas foi aprovado pela Câmara Municipal em abril, para que novos condomínios, clubes, entidades, conjuntos habitacionais e demais imóveis residenciais, industriais e comerciais colocassem em seus projetos este conceito mais racional de utilização da água não-potável, ou seja, em descarga de vasos sanitários, irrigação de jardins, limpeza de paredes e pisos, lavagem de automóveis.


 



 


O veto ao projeto foi publicado no Diário Oficial de sábado (8), com argumentos que são facilmente contestáveis. Um deles é a falta de norma técnica da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para orientar o uso de água de chuva, o que na verdade está estabelecido desde 2007 pela NBR 15.527. Outro, é que a Sanasa não detém condições técnicas para assumir o compromisso de serviços de instalação, operação e manutenção do sistema. Mas o projeto de lei diz que a autarquia será responsável pela orientação e não que fará o serviço. “A Sanasa é detentora do monopólio do sistema de água de Campinas, se não for esta autarquia, quem poderá ser responsável?”, questiona Benassi.


 



 


No que trata da gratuidade total do Sistema, não fazia parte da proposta inicial e entrou como emenda de última hora proposta pelo vereador Thiago Ferrari, que poderia simplemente ser vetada separadamente.


 



 


No que tange ao aspecto jurídico, baseado na Lei Orgânica do Município, não cabe veto porque para a Sanasa e à Administração ficaram o papel de orientar e estabelecer critérios para o Sistema. Não haverá custo aos cofres público, posto que o investimento para a construção dos equipamentos necessários é do empreendedor. “É comum as leis indicarem órgãos da Adminstração para coordenar ou implementar política pública. Não há criação ou aumento significativo de despesas públicas nesta iniciativa”, analisa o vereador.


 



 


É preciso lembrar que o projeto de lei tramita na Câmara desde 2007 e, no debate público obrigatório, nenhuma destas argumentações foram colocadas pelo Poder Executivo.


 

benassi-marca-dagua

Câmara aprova projeto de uso da água de chuva

Foto: A.C.Oliveira /CMC




A Câmara aprovou na sessão desta segunda-feira (12/04), em segunda discussão e com emenda, o projeto que cria um sistema de uso de água da chuva. De autoria do vereador Sérgio Benassi (PCdoB), o objetivo é instalar reservatórios para captação e utilização de águas pluviais, de uso não-potável, para serem usadas, por exemplo, na limpeza de condomínios, clubes, entidades, industrias, entre outros. O projeto começou a tramitar em 2007 e a lei chega no momento em que se alerta para a situação crítica da oferta de água no Estado de São Paulo.




De acordo com a matéria, o sistema deverá conduzir a água captada por telhados, coberturas, terraços e pavimentos descobertos até o reservatório para que a água seja utilizada. Uma emenda foi apresenta pelo vereador Thiago Ferrari (PMDB) para evitar que a água de uso seja cobrada pela Sanasa (Sociedade de Abastecimento de Água).



 


A água de chuva pode servir em descarga de vasos sanitários, irrigação de jardins, limpeza de paredes e pisos, etc. A proposta visa reduzir o consumo de água da rede pública e o alto custo de fornecimento.




Pelo projeto, a Prefeitura deverá incentivar a população a construir o sistema de cisternas e para isso poderá disponibilizar técnicos da Sanasa para orientarem a instalação. Além disso, poderá firmar convênio com entidades sem fins lucrativos para desenvolver o programa. A matéria segue para sanção do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT).




Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas
Fotos: A.C.Oliveira/CMC


Na imprensa:
Notícia do Correio Popular de 12/04/2010



benassi-marca-dagua

Passagem do Terminal Metropolitano está pronta, mas usuário continua humilhado

População utiliza


A passagem de pedestre que liga o Terminal Metropolitano Magalhães Teixeira às ruas Marechal Deodoro e Dr. Ricardo e à região central de Campinas está pronta há duas semanas, mas está interditado à população à espera do governador Serra, que não se importa de deixaro povo esperando somente para fazer palanque para sua campanha eleitoral.




Por isso, o vereador Sérgio Benassi (PCdoB) juntamente com a Associação de Moradores, Comerciantes e Empresários do Botafogo, presidida por Flávio Costa, iniciaram ontem (9) mais um movimento de luta pela retirada dos tapume que impedem os usuários de utilizarem a passagem. A ação continua durante todo o dia de hoje, com concentração às 17h, para reivindicar a abertura da passagem.




“Foi com luta que conseguimos o túnel de pedestre e assim vamos abrí-lo”, afirma o vereador. Desde o começo do ano passado, foram travadas duras batalhas para convencer a EMTU e o governo estadual de sua obrigação de construir a passagem de pedestre, que reduzirá o trajeto até o Centro de Campinas, evitando passar pelo longo caminho, que ficou conhecido como “Caminho da Vergonha”. Mesmo depois de reformado pela Prefeitura de Campinas, como ação paliativa para evitar assaltos e acidentes, o “Caminho” continua sendo tortuoso para o usuário do Terminal, porque aumenta muito o trajeto até o seu destino, sob sol forte, chuva e todas as outras intempéries.




De acordo com Benassi, a população não pode esperar abrir um espaço na agenda eleitoreira do governador Serra para começar a utilizar o túnel. “A conquista da passagem foi por muita luta do povo, que participou de protestos que organizamos aqui mesmo no Terminal e contribuiram com o abaixo-assinado de 40 mil assinaturas que encaminhamos à EMTU”, afirma Benassi. Foram realizados debates públicos na Câmara de Campinas, atos com a população em Campinas e outras cidades da região, abaixo-assinado, reunião na EMTU e muita pressão junto à mídia para conquistar o túnel, que custou R$ 1,6 milhão do dinheiro dos impostos dos cidadãos.




Repercussão


A Imprensa campineira repercutiu a ação nas edições dos jornais desta quarta-feira e mostrou a indignação dos moradores do bairro Botafogo e usuários do Terminal que são obrigados a dar uma volta enorme para entrar no local. “A população não aguenta mais e não vai mais esperar o governador”, afirma Flávio Costa.




O ato público pela abertura do túnel continua durante todo o dia de hoje e os usuários estão sendo convocados para uma concentração às 17h, no Terminal, para reivindicar a abertura da passagem de pedestre.









Pra lembrar a luta:


Outubro a dezembro de 2008 – Benassi participa de reuniões da Associação de Moradores de Botafogo e Idesc, do Flávio, que discutem sobre a necessidade do túnel de pedestres.




Fevereiro de 2009 – Formação da Comissão de Transporte e Trânsito, que começa a agregar forças em torno da luta.




Março de 2009 – Benassi realiza primeiro debate público na Câmara. Denúncia e ato público no “caminho da vergonha”. Visita à EMTU, em São Bernardo do Campo.




Abril de 2009 – Debate Público na Câmara, organizado por Benassi.




Maio de 2009 – Coleta de 40 mil assinatura para abaixo-assinado pelo túnel. Atos de protesto no “Caminho da Vergonha”.




Junho de 2009 – Segundo Debate público na Câmara organizado por Benassi.




Julho de 2009 – Prefeitura revitaliza o caminho do Terminal. Novo debate público. EMTU apresenta projeto para o túnel e promete para dezembro de 2009.




Novembro -Início das obras do túnel.




Dezembro – Passagem não fica pronta.




Segunda quinzena de fevereiro de 2010 – Fica pronta a obra




Primeira quinzena de março de 2010 – Túnel continua fechado para os usuários aguardando o governador ter espaço na agenda para inaugurar.




 


benassi-marca-dagua

Parabéns Mulheres


 


Preferência das Mulheres


Benassi é autor da Lei 12.518/2006:


PRIORIZA O ATENDIMENTO DA MULHER COMO BENEFICIÁRIA DOS PROGRAMAS DE HABITACAO.


Esta uma é lei de segurança familiar. Publicada em 10 de abril de 2006, determina que em qualquer empreendimento construído em Campinas com verba pública, municipal, estadual ou federal beneficie prioritariamente a mulher, mãe de família. O imóvel fica em seu nome, dando mais segurança à ela e aos filhos.