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Câmara aprova projetos de revitalização do Botafogo e região central

O movimento popular do Botafogo deu mais um passo vitorioso em direção à revitalização da região da antiga rodoviária e da área central da cidade. A Câmara aprovou na sessão desta quarta-feira, 2 de dezembro, dois projetos do Executivo: um que estabelece uma requalificação das regras para estabelecimentos comerciais e, outro, que possibilitará a demolição do antigo prédio da rodoviária e do esqueleto anexo, além de promover o desenvolvimento de um novo empreedimento na área.


 


Esta é uma conquista da população local, organizada pelo Idesc (Instituto de Desenvolvimento de Campinas) e a Associação de Moradores e Comerciantes do Botafogo, presididas por Flávio Costa, e do vereador Sérgio Benassi, que realizou diversas reuniões, desde 2008, com moradores, comerciantes e representantes de entidades, organizou audiências públicas e a campanha “Cracolândia, não! Revitalização, sim!”. Estas ações culminaram nas operações Tolerância Zero e Bom dia, morador de rua, realizadas pela Prefeitura, PM, GM, Polícia Civil, Procon, Conselho Tutelar e diversos órgãos municipais.  Os Projetos de Lei Complementar aprovados na Câmara sofreram melhorias sugeridas pelo movimento popular.


 


Outras políticas públicas nasceram deste movimento de combate ao tráfico, a ilegalidade e irregularidades comerciais, como o cadastramento e atendimento dos moradores de ruas e a atenção aos usuários de drogas, com a criação de casas de recuperação.


 


É uma transformação na forma de atuar com estes problemas que tem apresentados reflexos imediatos na qualidade de vida no Botafogo e região central e vão continuar repercutindo no futuro.


 


Os projetos de revitalização do Botafogo passaram pela primeira votação na Câmara – Legalidade – e agora seguem para o processo de audiências públicas e segunda votação, a do mérito.

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Maternidade apresenta projeto para área da antiga rodoviária em reunião com Benassi


 


A demolição do prédio da antiga rodoviária é consenso, até mesmo junto à diretoria da Maternidade, com quem o vereador Sérgio Benassi se reuniu nesta segunda-feira (9 de novembro) acompanhado pelo presidente do Instituto de Desenvolvimento de Campinas (Idesc), Flávio Costa. No encontro, o presidente da Maternidade, Carlos Alberto Côrtes, apresentou o projeto de empreendimento que deverá substituir os “esqueletos” degradados e dará nova vida àquela área de mais de 10 mil metros quadrados entre as avenidades Andrade Neves, Barão de Itapura e Barão de Parnaíba.


 


Em uma conversa bastante amistosa, em que o vereador apresentou seu histórico de luta contra a cracolândia e em defesa da Maternidade, Benassi se colocou à disposição para intermediar uma solução rápida entre a entidade e a Prefeitura que possibilite a demolição dos prédios o mais rápido possível, como deseja a população local e os mais de 20 mil campineiros que já assinaram o abaixo-assinado proposto por Benasi e pelo Idesc. Para isso, é necessário que a Prefeitura transfira definitivamente o prédio-esqueleto à Maternidade, formando uma única propriedade. Assim, segundo Côrtes, a Maternidade poderá assinar o contrato com o empreendedor, que investirá R$ 150 milhões em um centro comercial com shopping, de cerca de 60 mil metros quadrados.


 



 


O município tem a emissão na posse do prédio-esqueleto da Andrade Neves, conseguida com uma ação na justiça. A propriedade poderá ser repassada em troca das dívidas que a Prefeitura tem com a Maternidade.


 


Paralelamente, a Câmara de Vereadores deverá aprovar até o final deste ano os projetos de lei do  Executivo que fazem alterações nos marcos regulatórios para empreendimentos na região central e Botafogo, que forçarão uma revitalização. Segundo Benassi, estes projetos deverão ser analisados e aprovados pelo Legislativo até o final do ano.


 



 


A reunião, deu um passo significativo para a solução do problema que emperra a revitalização do Botafogo e o combate à nascente cracolândia. O prédio da antiga rodoviária e o esqueleto anexo tem servido no último ano de abrigo para o tráfico e consumo de drogas e de dormitório de moradores de rua. Estavam à mesa, o Osório Chiminazzo, segundo vice-presidente da Maternidade, Renato Bevilaqua, primeiro secretário, Antonio dos Santos Carvalhinho Neto, segundo tesoureiro, os ex-presidentes Amauri Sanches e Humberto de Almeida, além do diretor da Pratec Projetos e Urbanismo, Adyr Moura Ferreira, que apresentou o projeto de empreendimento.



 


Abaixo-assinado
A diretoria da Maternidade também aderiu ao abaixo-assinado pela demolição de esqueleto da Andrade Neves. O ex-presidente da entidade, Humberto de Almeida, pegou das mãos de Flávio Costa um pacote de folhas para colher assinatura dos cerca de 800 funcionários e centenas de médicos.



Histórico
A luta de Benassi contra a Cracolândia começou há vários anos na antiga Estação Guanabara, que estava ocupada por traficantes, usuários de drogas e crianças que eram exploradas sexualmente. A briga foi dura, com diversas ameaças ao vereador, mas no final a sociedade saiu vencedora. Hoje o local está revitalizado e abriga um espaço de cultura e arte mantido pela Unicamp.


 


Há mais de um ano a luta contra a cracolândia do Botafogo começou. Diversas reuniões com moradores e audiências públicas com autoridades policiais e políticas criaram um movimento social que ganhou força e motivou as ações integradas entre polícias e órgãos da Prefeitura tão divulgadas pela Imprensa.


 


A atuação de Benassi e do Idesc promoveu a derrubada de três prédios na região do Botafogo. Começou pela antigo depósito de material na rua Lidgerwood, entre dr. Ricardo e Barão de Parnaíba. Depois, foi a demolição histórica da antiga Madeireira Andorinha, na rua dr. Ricardo, que servia como reduto do tráfico. E, mais recentemente, na semana passada, começou a ser demolido o cinema, ao lado, que passava filmes de sexo explícito e servia para a prostituição.


 


Há na lista do movimento, 12 prédios abandonados na região do Botafogo.


 


Veja e ouça notícias da Imprensa sobre o assunto
CBN – http://www.portalcbncampinas.com.br/audio.php?noticia=26281


EPTV- http://eptv.globo.com/emc/VID,0,1,6969;1,rodoviaria+campinas.aspx


 


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Campanha Cracolândia, não! Revitalização, sim! está nas ruas da região do Botafogo

Nesta terça-feira (21 de setembro), aconteceu o lançamento da campanha Cracolândia, não! Revitalização, sim!, encabeçada pelo Idesc (Instituto de Desenvolvimento de Campinas) juntamente com o mandato do vereado Sérgio Benassi (PCdoB), com faixas e a coleta de assinaturas em abaixo-assinado pela demolição de prédios abandonados na região, ação de combate ao tráfico e consumo de drogas e destinação adequada para o prédio da antiga rodoviária.




O lançamento de campanha ocorreu simultâneamente à ações da Polícia Militar e Guarda Municipal, no prédio incendiado da rua Dr. Ricardo e na Praça Ópera O Guarani, na rua Cônego Cipião, atrás do Terminal Central, que mostrou a dimensão do problema que Campinas enfrenta com o consumo de drogas. A Imprensa impressa, televisada e radiofônica acompanhou as ações. 28 pessoas foram flagradas consumindo crack no prédio da dr. Ricardo e 16 possuem antecedentes criminais, segundo o Capitão Paulo Henrique Rosas, que comandou a ação denominada “Operação Moradores de Rua”. A mesma quantidade de usuários e moradores de rua foram detidos pela GM na praça também conhecida como quebra-ossos. Todos foram liberados após identificação.




Para o vereador Sérgio Benassi, a campanha e as ações policiais são o início do processo de resgate e revitalização da região central. “É necessário um conjunto de medidas de fiscalização, policiamento e proteção social, que envolva órgãos públicos e a comunidade para dar fim ao tráfico, consumo, criminalidade e mendicância que assola a região central e do Botafogo. A demolição dos prédios abandonados e esqueletos da região é uma medida imediata que pode ser tomada para eliminar os focos de consumo”, afirma.


 



O abaixo-assinado passa por todos os edifícios residenciais e comerciais, empresas e casas da região. Quando houver assinaturas suficientes será encaminhado ao prefeito e demais autoridades competentes.


 



Reunião na PM


Na tarde de ontem, o comando da Polícia Militar em Campinas convocou uma reunião no quartel do 8o Batalhão da PM, onde compareceram major, capitães, tenentes, o delegado do 1o Distrito Piva Jr., Guarda Municipal, Benassi, o presidente do Idesc, Flávio Costa, representante das secretarias de Assuntos Jurídicos e de Urbanismo, Procon, da Emdec, da Setec, da Administração Regional 1, do Conseg e da Associação dos Dirigentes Lojistas, entre outros. Todos se mostraram dispostos a contribuir para melhorar a segurança em Campinas, justamente no dia em que um homem foi assassinado no Centro da cidade, num dos pontos mais movimentados, entre a avenida Francisco Glicério e Conceição.




A PM anunciou uma operação diuturna – para os próximos dias – de sufocamento dos pontos de consumo e tráfico de drogas na região do entorno da antiga e nova rodoviárias e pediu apoio dos poderes públicos para colaborar na autuação de irregularidades fora da alçada polícial, como verificação de alvarás, licenças, cumprimento de regras de funcionamento, além de apoio social aos usuários de drogas.


 



Para Flávio Costa, que também da Associação de Moradores e Comerciantes do Botafogo, é muito importante a união dos esforços da comunidade e das instituições públicas para combater o que, para ele, é a “chaga que se espalha pus para toda a cidade”, se referindo a cracolândia instalada naquela região.


 



Uma nova reunião acontecerá na quinta-feira, às 10h, para definir estratégias de ação integrada entre as polícias e os órgãos de administração pública.

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Debate público pela revitalização da região da antiga Rodoviária

Nesta sexta-feira, dia 17 de julho, às 10h, será realizada um debate público organizado pela Câmara Municipal, por iniciativa do gabinete do vereador Sérgio Benassi, na Academia Campinense de Letras. O objetivo do evento é dar encaminhamento às demandas do movimento organizado pela Associação de Moradores, Empresários e Comerciantes do Entorno da Rodoviária e discutido em reunião realizada em 23 de junho na própria ACL .




Naquele encontro, os participantes, entre eles moradores antigos do Botafogo, acadêmicos, empresários, estudantes, representantes de conselhos, adminstração regional, das igrejas católica e protestante, sindicalistas, no total 65 pessoas, reclamaram da falta de manutenção das ruas e praças e de fiscalização dos comércios, insegurança, crescimento da prostituição e da violência, mendicância, entre outros problemas que têm deteriorado a qualidade de vida na região. Todos querem revitalização da região, que abriga os bairros mais antigos da cidade.



Um dos principais gargalos, aponta o vereador Sérgio Benassi, é a falta de destinação do prédio da antiga rodoviária, que se tornou ponto de usuários de drogas, prostituição e dormitório de moradores de rua. Os comerciantes querem a legalização dos estabelecimentos para evitar o crescimento de prostibulos e pontos de drogas; moradores querem mais iluminação, limpeza e presença do policiamento para evitar aumento da mendicância.



Para atacar todas estes diferentes problemas, o debate público na ACL, presidida por Agostinho Tavolaro, deve reunir autoridades de diversos setores do Poder Público. Foram convidados os secretários municipais do Planejamento, Urbanismo, Negócios Jurídicos, Segurança, Transporte, Cidadania e Inclusão Social, da Adminstração Regional-1, DPJ, representantes da Polícia Civil e Militar e Maternidade.



Para o presidente da Associação de Moradores e Comerciantes da região da Rodoviária e morador do Botafogo, Flávio Costa, esta é uma oportunidade para que as pessoas que vivem e trabalham na região façam suas queixas diretamente para os responsáveis de cada setor. “É obrigação da Câmara Municipal proporcionar e mediar este encontro entre os poderes públicos e a população”, afirma Benassi.



Reunião passada


A palavra de ordem do movimento social que amadurece na região é revitalização. Tanto moradores mais humildes como os mais abastados, que dividiram o salão da ACL no dia 23 de junho, concordaram que é necessário revitalizar os prédios, as praças, dar finalidade aos edifícios abandonados, como as antigas rodoviária e Cervejaria Continental, na avenida Andrade Neves, propriedades da Maternidade de Campinas e da Sanasa, respectivamente.



Benassi fez uma proposta, sancionada pelo movimento, baseada em quatro eixos de ação: contra a clandestinidade; pela proteção e maior segurança dos moradores e patrimônios; agir na promoção e proteção social dos necessitados da área e, por fim, na limpeza e manutenção dos áreas públicas. O vereador sugeriu que todas as demandas sejam debatidas com as autoridades públicas responsáveis por cada setor, que, no debate público deverão dar respostas à comunidade.



Estiveram presentas na reunião de 23 de junho o presidente do Idesc e da Associação de Moradores e Comerciantes do Entorno da Rodoviária, Flávio Costa, representantes da AR-1, da Associação de Moradores do Entorno do Mercado Municipal, da Academia Maçônica de Letras, a acadêmica e ex-vereadora Aritá Pettená, representante da comunidade católica, síndicos de prédios da região, Vânia Lando, da Associação de Moradores e Conseg do Chapadão, Pastor Edmar, Arley Martins, vice-presidente do Sindicato da Mogiana, Sérgio Caponi, da Academia Campineira de Letras e Artes, Rubem Costa, Edinei, morador há 70 anos e comerciante, Isaura, moradora há 60 anos na rua Marechal Deodoro, entre outros.


 


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Fotos: A.C. Oliveira /CMC e Gil Caria

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Debate sobre Comunicação esquenta discussão sobre democratização

Gil Caria*


 


Como vencer o Jornalismo do óbvio e repetitivo? Como levar a discussão da democratização dos meios de Comunicação à pauta das políticas públicas? Como conscientizar a população e audiência da mídia que a Comunicação é um direito humano e, por isso, pode ser exigido qualidade? Estas e outras perguntas foram levantadas, como um desafio à sociedade civil organizada, à Imprensa e comunicadores, que participaram do primeiro dia do Ciclo de Debates sobre Comunicação – Na Construção da Cidadania, ocorrido no sábado (16), na Câmara Municipal de Campinas. O evento continua nos dias 23 e 30 deste mês, com inscrições gratuitas pela internet.


 


fotos: Gil Caria


 


O evento organizado pelo Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, pela Associação Campineira de Imprensa e pelo gabinete do vereador Sérgio Benassi, com apoio da Câmara, reuniu jornalistas, professores, diretores de empresas de comunicação em dois painéis: “Comunicação da Construção da Realidade Social – Discursos e disputas pela Hegemonia” e “Imprensa Regional na Construção da Cidadania – Sotaque local, visão global”. No dia 23, haverá discussão sobre convergência digital novas mídias, internet, censura, controle social da mídia, Lei de Imprensa e liberdade de expressão, também em painéis debates que começam às 9h e às 14h. (Veja programação abaixo)


 


O evento tem com o objetivo envolver a sociedade na discussão sobre a Comunicação, que como afirmou o jornalista Altamiro Borges é um direito humano, assim como a Saúde, Educação, Cultura, entre outros, mas que a grande maioria da população encara como um serviço de uma única via. “Não se avança na democracia se não se democratiza a informação e os meios de comunicação”, avalia.


 



 


O vereador Sérgio Benassi (PCdoB), destacou na abertura que a democratização das informações e dos meios de comunicação é necessário para o fortalecimento da democracia e da elevação da cidadania do povo. “Organizamos este evento com intuito incluir os cidadãos de Campinas e Região nestas discussões tão importantes para a nossa democracia”.


 


 


Os participantes inscritos pelos sites www.sergiobenassi.com.br; www.camaracampinas.sp.gov.br, www.sjsp.org.br e http://www.acinet.org.br receberão certificados. Mais informações no telefone (19) 3736-1740.


 


 


>> Clique e veja a galeria de fotos do primeiro dia do evento.


 


  


Debates


 


Na manhã do dia 16, os debates fcaram em torno do poder da mídia para a construção do ideário social e na capacidade que tem de pautar o debate político do País. A professora da Unicamp, Eni Orlandi, pesquisadora dos laboratórios de Estudos Urbanos (Labeurb) e de de Jornalismo (Labjor), destacou a importância e necessidade da nossa sociedade ter na mídia representadas suas diversas vozes. “A informação é controlada pelo poder econômico. As informações são repretidas em vários veículos. Vivemos um Jornalismo do óbvio e reptitivo”, pensa.


 


Para Laurindo Leal Filho, ouvidor da Empresa Brasil de Comunicação – iniciativa recente do governo de criar empresa de comunicação pública em substituição à comunicação governista feita pela antiga Radiobrás – o debate sobre comunicação atualmente é um “não-assunto”, porque a sociedade está alheia à sua importância e os donos das grandes empresas de comunicação brasileira parecem não ter interesse em democratizar o tema, porque não tocam no assunto mas estão agindo nos bastidores. “Um grupo minoritário de entidades civis organizadas está interessado na discussão da comunicação”, lamenta. “Mas este grupo tem ganho força, porque conseguiu arrancar “à forceps” a Conferência Nacional de Comunicação”, realça.


 


“A Conferência vai dar um salto neste debate que é de todos”, aposta Altamiro Borges, jornalista e editor do Vermelho (www.vermelho.org.br) e da Revista Sindical. “Mas os representantes do movimentos sociais devem se fortalecer porque os empresários estão indo em peso e vão querer pautar as discussões”, avalia.


 


Borges antecipa que os movimentos sociais querem discutir o fortalecimento da rede pública, rediscutir as concessões, estimular a pluralidade e diversidade de veículos de comunicação, discutir a distribuição da publicidade oficial para que não vá parar apenas nas mãos da grande indústria de comunicação, promover a inclusão digital e controle social.


 


 



Palestina


 


Outro debater que participou do primeiro do Ciclo foi o embaixador palestino e jornalista, Ibrahim Al Zeben. Ele relatou o esforço dos grandes grupos de mídia internacional em desmoralizar e reduzir a luta de resistência do seu povo, na palestina. “Somos tratados como terroristas, enquanto nosso povo é massacrado e expulso de nossa terra natal. Falaram tanto do muro de Berlim, mas não falam nada do muro que está sendo construído para separar os judeus dos palestinos”, ponderou. O muro citado, chamado de “cerca de separação”, é “um obstáculo físico de 8 metros de altura em Qalqilia, na Cisjordânia, à passagem de palestinos em direção às áreas israelenses que inclui muros, arame farpado, cercas eletrônicas e valas”, segundo informações da jornalistas Guila Flint, repórter da BBC. A obra terá 600 km.


 


A exposição motivou o debate sobre o poder da mídia de criar e destruir imagens. Para Laurindo Leal Filho, a grande mídia tem tanto poder penetração que nem a internet consegue vencer ainda.


 



Imprensa Regional


 


À tarde de sábado (16) foi dedicada à imprensa regional no Ciclo de Debates. Estiveram à mesa o diretor de Jornalismo da RAC (Rede Anhanguera de Comunicação), publicadora do Correio Popular, Notícias Já e Diário do Povo, Nelson Homem de Mello, o diretor de Jornalismo da CBN, Edilson Damas e a jornalista e professora do Labjor/Unicamp, Graça Caldas. A EPTV, que estava programada para participar do debate, não enviou representante.


 


 



 


Homem de Mello destacou que o jornal local pode retratar e capturar a comoção do morador e leitor da região onde circula, mas que também há uma tendência a ser concentrada em poucos veículos. Para Graça Caldas, apesar da qualidade dos jornais locais é preciso ter pluralidade de vozes. “Não é possível refletir sobre um tema com apena sum fonte de informação”, avalia.


 


O radialista Edilson Damas aposta na internet para conseguir a democratização dos meios de comunicação, mas acredita que primeiro é necessário “democratizar o conteúdo”, ou seja, fazer a informação chegar a todos. “A rádio será o primeiro veículo a ser democratizado pela web, mas é preciso qualidade para se estabelecer”, pondera. Damas destaca que a mídia regional não tem o mesmo comportamento de manada, que ocorre na grande mídia, quando todos destacam os mesmos temas e seguem repetindo o assunto à exaustão. O radialista apóia a discussão de repensar a distruição da verba publicitária oficial para que ela chegue também à mídia regional.


 


* Assessoria de Imprensa vereador Sérgio Benassi
(19) 9106-7672 ou 3736-1744


 


 


 PROGRAMAÇÃO


 



Temas:
Dia 16 de maio – 10h às 13h
Comunicação na construção da realidade social
Discursos e disputa pela hegemonia
Palestrantes Altamiro Borges – Editor do site Vermelho e Revista Sindical
Eni Orlandi – profa. Unicamp Laeurb
Laurindo Leal Filho – Ouvidor da EBC
Embaixador Palestino Ibrahim Al Zeben – Jornalista


 


  » Dia 16 de maio – 14h às 17h
Imprensa Regional na construção da cidadania


Sotaque local, visão global
Palestrantes
Nelson Homem de Mello – RAC
Duílio Fabri Jr. – EPTV (Não compareceu)
Edilson Damas – CBN
Graça Caldas – Labjor Unicamp


 


Dia 23 – 9h às 12h
Convergência digital (TV Digital), novas mídias e internet
Como a democratização dos meios digitais podem construir a cidadania.
José Dias Paschoal Neto – TV PUC
Marcelo Pimenta – Diretor da IMA e ex-superintende da Anatel
Juliano Maurício – Unesp Bauru


 


Dia 23 de maio – 14h às 17h
Censura, controle social, Lei de Imprensa e Liberdade de Expressão
Como a sociedade pode construir uma mídia mais cidadã.
Fenaj – Sérgio Murilo – Presidente da Fenaj
Antonio Roberto Espinosa – Jornalista e Cientista Político
Pedro Maciel – Advogado e Articulista
Rodolfo Konder – Associação Brasileira de Imprensa


 


Dia 30 de maio – 9h às 12h
Participação Social na Comunicação
Meios alternativos e especializados, Rádios e TVs comunitárias
Célio Turino –  Ministério da Cultura
José Luiz Nascimento Sóter – Presidente da Abraço
Wanda Jorge – Editora da Revista Ciência e Cultura
Cecília Peruzzo – Professoras da Metodista de SP – Tvs comunitárias


 


Dia 30 de maio – 14h às 17h
Conferência Nacional de Comunicação
Participação da região na construção da democratização da comunicação
Sindicato dos Jornalistas
Associação Campineira de Imprensa
Prefeitura de Campinas
Câmara Municipal de Campinas
Intervozes – Bia Barbosa

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Ciclo de Debates sobre Comunicação na Câmara reúne especialistas


O debate sobre a democratização dos meios de comunicação está em pauta no País. Profissionais, entidades do movimento social, instituições públicas e empresas de comunicação que sempre estiveram envolvidas nas discussões deste tema estão aprofudando seus estudos e se preparando para a 1a. Conferência Nacional de Comunicação, anunciada pelo governo federal para dezembro.


 


Com intuito de antecipar as discussões que se acirrarão durante o ano nas conferências municipais e estaduais e promover a participação da população e entidades interessadas na democratização da Comunicação, o Sindicato dos Jornalistas, a Associação Campineira de Imprensa (ACI), o gabinete do vereador Sérgio Benassi (PcdoB), com apoio da Câmara Municipal de Campinas, realizam nos dias 16, 23 e 30 de maio, o Ciclo de Debates sobre Comunicação – Na Construção da Cidadania, no Plenário da Câmara. O evento terá seis painéis de debates, com a participação de 24 debatedores, representantes de entidades e empresas de comunicação, professores e profissionais da área.


 


>> Faça sua inscrição agora.


 


O objetivo é difundir a importância da comunicação na construção de uma sociedade democrática, promover a diversidade de idéias e qualificar os participantes para a Conferência Nacional de Comunicação. Segundo Márcia Quintanilha, diretora do Sindicato dos Jornalistas e da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o ciclo de Campinas estimulará eventos similares em outras regiões do Estado de São Paulo. Para Marcelo do Canto, presidente da ACI, a sociedade organizada tem muito a contruibuir na discussão sobre os rumos da comunicação e da nossa democracia.


 


Entre os temas que serão discutidos no eventos estão a importância da imprensa regional, a democratização dos meios digitais, a liberdade de imprensa e direito de expressão e a participação social nos meios de comunicação. Um dos painéis discutirá especificamente a Conferência Nacional de Comunicação.


 


O Ciclo de Debates é aberto ao público. O espaço no Plenário é limitado. Inscrições estão sendo feitas pela internet no http://www.sergiobenassi.com.br/ciclo, http://www.camaracampinas.sp.gov.br, http://www.acinet.org.br e http://www.sjsp.org.br. Os participantes inscritos recerão certificado.


 


Todos os painéis terão intevalo para coffee break.


 


PROGRAMAÇÃO











 


Abertura
9h às 9h30
Câmara, Fenaj, Sindicato, ACI e Prefeitura

Debates:
Dia 16 de maio – 10h às 13h
tema: Comunicação na construção da realidade social
Discursos e disputa pela hegemonia
Palestrantes
   Altamiro Borges – Editor do site Vermelho e Revista Sindical
   Eni Orlandi – profa. Unicamp Laeurb
   Laurindo Leal Filho – Ouvidor da EBC
   Embaixador Palestino Ibrahim Al Zeben – Jornalista

  » Dia 16 de maio – 14h às 17h
tema: Imprensa Regional na construção da cidadania
Sotaque local, visão global
Palestrantes
   Nelson Homem de Mello – RAC
   Duílio Fabri Jr. – EPTV
   Edilson Damas – CBN
   Graça Caldas – Labjor Unicamp

Dia 23 – 9h às 12h
tema: Convergência digital (TV Digital), novas mídias e internet
Como a democratização dos meios digitais podem construir a cidadania.
   José Dias Paschoal Neto – TV PUC 
   Marcelo Pimenta – Diretor da IMA e ex-superintende da Anatel
   Juliano Maurício – Unesp Bauru 

  Dia 23 de maio – 14h às 17h
tema: Censura, controle social, Lei de Imprensa e Liberdade de Expressão
Como a sociedade pode construir uma mídia mais cidadã.
   Fenaj – Sérgio Murilo – Presidente da Fenaj
   Antonio Roberto Espinosa – Jornalista e Cientista Político
   Pedro Maciel – Advogado e Articulista
   Rodolfo Konder – Associação Brasileira de Imprensa

Dia 30 de maio – 9h às 12h
tema: Participação Social na Comunicação
Meios alternativos e especializados, Rádios e TVs comunitárias
   Célio Turino –  Ministério da Cultura
   José Luiz Nascimento Sóter – Presidente da Abraço
   Wanda Jorge – Editora da Revista Ciência e Cultura
   Cecília Peruzzo – Professoras da Metodista de SP – Tvs comunitárias

Dia 30 de maio – 14h às 17h
tema: Conferência Nacional de Comunicação
Participação da região na construção da democratização da comunicação
   Sindicato dos Jornalistas
   Associação Campineira de Imprensa
   Prefeitura de Campinas
   Câmara Municipal de Campinas
   Intervozes – Bia Barbosa

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População quer informações da EMTU sobre o Bilhte Único Metropolitano


A Câmara Municipal de Campinas realiza nesta quinta-feira, 23, a partir das 10h, o segundo debate sobre o acesso ao Terminal Metropolitano de Campinas, a criação do Bilhete Único Metropolitano e o Conselho Metropolitano de Transporte e Trânsito. O evento, organizado pelo vereador Sérgio Benassi (PCdoB), faz parte das iniciativas de luta pelas reivindicações do Movimento Pelas Melhorias no Transporte e Trânsito na Região Metropolitana de Campinas.




Este movimento nasceu da iniciativa popular encampada pelo Idesc (Instituto de Desenvolvimento de Campinas), mandatos de vereadores e deputados estaduais, associações de bairros de Campinas e Hortolândia e conselhos de trânsito.




O Movimento começou com a reivindicação da construção do túnel de pedestre no Terminal Metropolitano e o fim do “Caminho da Vergonha”, trecho que liga a Estação Cultura ao Terminal Metropolitano, alcunhado pelos usuários de ônibus que transitam pelo local diariamente, onde já foram vítimas de acidentes e crimes. O caminho – que é de responsabilidade da EMTU, assim como a construção do túnel de pedestre – começa a ser revitalizado pela Emdec, com obras paliativas que não resolverão o problema de segurança dos pedestres.




Organização popular


O Movimento realizou em fevereiro e março um abaixo-assinado com cerca de 40 mil assinaturas e o primeiro debate público na Câmara, dia 17 de março, em que estavam presentes vereadores, deputados, representantes da Emdec e ninguém da EMTU ou da Secretaria Estadual de Transporte Metropolitano. No dia 27 de março, a Comissão foi até São Bernado do Campo, na sede da EMTU e entregou ao presidente da empresa pública, Julio Gonçalves, e ao diretor regional, Artur Xavier, o abaixo-assinado e fez as reivindicações do Movimento. Conseguiu avanços: a empresa estatal que afirmava não ser de sua responsabilidade as obras, na semana passada anunciou pela Imprensa que fará o túnel. Mas quando? E as outras reivindicações: bilhete e conselho? Estas e outras perguntas devem ser respondidas no debate de amanhã.




Naquela reunião, os participantes da Comissão, entre eles o vereador Benassi, a deputada estadual Ana Perugini (PT), Flávio Costa (Idesc), o vereador Josias Lech (PT), a vereadora de Hortolândia Therezinha Pratavieira, Juarez Mateus (Emdec), Renato Santos (Associação dos Aposentados), entre outros, também obtiveram o compromisso do presidente da EMTU de vir ao debate que ocorrerá amanhã no Plenarinho da Câmara.



A falta de representantes da EMTU e do governo estadual no primeiro debate na Câmara foi criticada por todos os participantes, inclusive por vereadores do mesmo partido do governo. A população terá a devida dimensão das obrigações e prazos para realização das obras e ações para melhorias do transporte se a EMTU e a Secretaria Estadual de Transporte Metropolitano estiverem presentes ao debate.

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EMTU demonstra desinformação sobre Terminal Metropolitano

O encontro com os representantes da EMTU (Empresa Metropolitana de Transporte Urbano) no dia 27, em São Bernardo do Campo, serviu para mostrar o quanto os dirigentes da empresa e o do Governo do Estado estão desinformados em relação aos problemas do Terminal Metropolitano Magalhães Teixeira, apesar de todos os esforços do movimento popular, mandatos e lideranças políticas para conscientização sobre o túnel de acesso para pedestres, o Bilhete Único Metropolitano e o Conselho Metropolitano de Transporte e Trânsito.





Segundo avaliação do vereador Sérgio Benassi, “o encontro mostrou que há uma total desinformação dos dirigentes da EMTU sobre o projeto do Terminal, o que demonstra um desrespeito em relação aos esforços do movimento popular e político em prol da solução dos problemas ”. A comissão formada por vereadores, deputada estadual, representantes do movimento popular foi informada durante a reunião, que uma equipe da empresa estava em Campinas fazendo análise do local. A comissão foi recebida no gabinete do presidente da autarquia, José Ignácio Sequeira de Almeida.




O desrespeito ficou confirmado quando nos dias seguintes, a Imprensa local noticiou que a EMTU não faria mais o túnel de pedestre, argumentando que não seria de sua responsabilidade e porque seus técnicos verificaram a inviabilidade da obra, devido a possíveis transtornos no trânsito.


 


De acordo com resposta da Emdec a requerimento de informações (protocolo 3.306/09) feito pelo vereador Benassi, o gerente de Planejamento e Projetos de Infra-Estrutura, Deslandi Torres, reafirmou o que tinha tido na audiência pública na Câmara de Vereadores, em 17 de março, que a responsabilidade pelo túnel e acesso ao Terminal em direção à Estação Cultura é da EMTU e ainda, que a construção do túnel estava prevista no projeto, aprovado em 2005.




Avanço


Apesar disso, a reunião com a EMTU trouxe algum avanço para as discussões. O presidente da empresa, José Ignácio de Almeida, aceitou participar de uma audiência pública no dia 23 de abril, às 14h, na Câmara de Campinas.




Para o presidente do Idesc (Instituto de Desenvolvimento de Campinas) e membro da Comissão Pelas Melhorias do, Flávio Costa, esta será uma oportunidade de colocar todos os discursos afinados e avançarmos nas melhorias que o Terminal Metropolitano tanto necessita.


 

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Transporte Metropolitano: pressão sobre o governo Serra vai aumentar


A audiência pública ocorrida na terça-feira (17) na Câmara Municipal de Campinas para discutir os problemas relacionados ao Terminal Metropolitano Magalhães Teixeira reuniu dezenas de lideranças de entidades, associações, políticas municipais e estaduais, exceto os representantes da EMTU (Empresa Metropolitana de Transporte Urbano) e da Secretaria de Transporte Metropolitano, que  deveriam dar respostas às reclamações da população. Todos os presentes criticaram a ausência. Até mesmo o vereador de Campinas do mesmo partido do governador Serra, criticou a falta de representantes dos órgãos estaduais. Uma das principais resoluções da audiência foi aumentar a pressão sobre os órgãos estatais para obter respostas às demandas.



Estavam à mesa, presidida pelo vereador Sérgio Benassi (PCdoB), o vereador Tiago Ferrari (PMDB), a deputada do PT, Ana Perugini, o representante da Emdec e da Secretaria Municipal de Transporte, Deslandi Torres e o presidente do Idesc e coordenador do Comissão por Melhorias no Transporte e Transito da RMC, Flávio Costa. No plenário, figuravam vereadores de Campinas, Hortolândia e Cosmópolis, representantes de conselhos de pessoas com deficiência, do Idoso, de Transporte, entidades de bairros, sindicatos e representante do senador Aloísio Mercadante.




A audiência teve objetivo de discutir os motivos de o governo estadual não ter construído o túnel de pedestre que liga o Terminal Metropolitano com o Centro de Campinas. Não há explicação. O representante da Emdec afirmou que a obra deve custar por volta de R$ 1 milhão. Valor baixo, comparado com os cerca de R$ 40 milhões investidos no Terminal e deveria ter feito parte das obras já executadas. Outros problemas foram identificados no Terminal, como o formato das ruas que permite alagamento, como já ocorreu, e a saída dos ônibus no sentido oposto ao Centro, o que causa tráfego e congestionamento desnecessários.



Outra reivindicação do movimento popular é a criação do Bilhete Único Metropolitano. De acordo com o vereador Benassi, o Bilhete Único faz parte do conceito do Terminal e é admissível pensar que o governo não sabia que devia implementar o sistema, que exige integração física, tecnológica e tarifária. “Fazer um terminal metropolitano e não aplicar esta integração imediatamente é onerar o usuário com pagamento de mais tarifas e prejudicar o desenvolvimento econômico da RMC. Vão dizer que não sabiam disso?”, questiona Benassi os ausentes.



A criação do Conselho Metropolitano de Transporte e Trânsito está também na lista de reivindicações da Comissão Pelas Melhorias do Transporte e Trânsito na Região Metroplitana de Campinas. A idéia que ele sirva para acompanhar a implementação do Bilhete Único Metropolitano e também ser um mecanismo de participar popular nas decisões sobre o transporte e trânsito na RMC.



Soluções paliativas
A audiência pública trouxe resultados práticos para os usuários, mas que serão medidas paliativas de urgência realizadas pela Prefeitura de Campinas. O Executivo se comprometeu em abrir a saída dos ônibus pela avenida Lix da Cunha para resolver o problema do tráfego excessivo que os coletivos fazem chegar ao Centro. Também a Emdec fará algumas gestões paliativas no “caminho da vergonha” atualmente utilizado pelos usuários e melhorará o acesso pela entrada improvisa na av. Lix da Cunha com av. Benjamim Constant, que coloca os pedestres em perigo de atropelamento. Esta entrada fica a 50 metros de onde será o túnel de pedestre previsto no planejamento do Terminal.



A Prefeitura de Campinas também se comprometeu a estudar um desconto para o usuário dos ônibus de outras cidades que usam coletivos para ir do Terminal a outras localidades da cidade.




Novas reivindicações
A audiência pública também serviu para agregar novas reivindicações à lista do movimento popular.  São elas: Bilhete metropolitano gratuito para idosos e deficientes; linhas com acessibilidade para pessoas com deficiências; acessibilidade no Terminal Metropolitano; placas informativas no Terminal; funcionários treinados e treinamento para motoristas e cobradores da frota metropolitana.

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Audiência pública discute Bilhete Único e tunel do Terminal Metropolitano

O mandato do vereador Sérgio Benassi (PCdoB) organiza nesta terça-feira (17 de março), no Plenário da Câmara de Campinas, uma audiência pública que deve reunir o movimento que reivindica a construção do túnel de pedestre do Terminal Metropolitano “Magalhães Teixeira”, a implementação do Bilhete Único Metropolitano e a criação do Conselho Metropolitano de Transporte e Trânsito. Foram convidados representantes da Secretaria de Estado de Transporte Metropolitano,  EMTU (Empresa Metropolitana de Transporte Urbano), Emdec e outras autoridades. A audiência acontecerá às 16h.



A “Comissão Organizadora Pelas Melhorias no Transporte e Trânsito na Região Metropolitana de Campinas”, formada pelo Idesc, mandatos da região, associações e conselhos fez uma abaixo-assinado com mais de 40 mil assinaturas, com atos públicos em Campinas, Indaiatuba, Hortolândia, Valinhos, Paulínia, Nova Odessa, Vinhedo, Sumaré, Cosmopólis e Jaguariúna. De acordo com o presidentes do Idesc (Instituto de Desenvolvimento de Campinas), Flávio Costa, todas as cidades da RMC serão visitadas pelo movimento, que aglutina cada vez mais forças políticas em torno das reivindicações. “Queremos fazer muito barulho para que as autoridades estaduais de transporte nos escute”, afirma.




Uma das principais lutas é contra o que ficou cunhado de “Caminho da Vergonha” – passagem usada pelos usuários entre a Estação Cultura e o Terminal Metropolitano, criado devido à falta do túnel de pedestre que liga o Terminal à ruas do Centro e Botafogo. Um ato público foi realizado no local, que não tem iluminação e segurança e onde foram registrados acidentes com pedestres, assaltos e violência. A Emdec afirma que o trajeto é de responsabilidade do Estado. “Esta é uma irresponsabilidade e uma quebra de contrato por parte do Estado, porque o túnel estava previsto na obra e deveria ter ficado pronto antes mesmo do Terminal, que foi inaugurado às pressas durante a eleição”, afirma o vereador Benassi, que faz parte da Comissão Organizadora.




Bilhete Único


O Bilhete Único Metropolitano faz parte do conceito do Terminal, avalia o vereador Benassi. Em debate realizado para rádio Educativa, Benassi destacou que o Bilhete Único Metropolitano trará mais desenvolvimento para a RMC, porque a integração entre o transporte municipal e o intermunicipal traz mais dinamismo econômico e reduz custos para o usuário, necessários em tempos de crise.




A criação do Conselho Metropolitano de Transporte e Trânsito visa criar um mecanismo de controle social sobre o Bilhete Único Metropolitano e uma instância de discussão sobre o problema do transporte e do trânsito que afeta toda a região.