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Brasil faz proposta para debate do aquecimento global

 


RIO – O Brasil anunciou uma proposta para tentar despolarizar a discussão sobre como deve ser tratado o aquecimento global e outros problemas ambientais: a criação de uma “organização guarda-chuva”, que reúna as instituições já existentes, fortalecendo-as e destinando mais recursos e tecnologia para os países em desenvolvimento. Essa proposta, segundo a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, foi recebida “com simpatia” por ministros ambientais ou seus representantes dos 22 países que participaram da Reunião Interministerial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que terminou hoje no Rio.


“Contribuímos para sair da polarização e partir para bases negociáveis”, disse Marina, ao final do evento. “Mas em esforços multilaterais não há possibilidade de ser totalmente aceita”, completou. Esse organismo reuniria as funções normativas, de cooperação e de financiamento. O consenso de que algo precisa ser feito urgentemente para combater o aquecimento global ganhou força em julho, após a divulgação do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), em Paris, que indicou que os efeitos da poluição são muito mais devastadores do que se imaginava.


FABIANA CIMIERI – Agencia Estado

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Coordenadoria da Juventude participa do lançamento do Programa Integrado de Juventude em Brasília

SMCTAIS participa de lançamento de programa
Autor: Bel Buzzo Alonso



Um representante da Coordenadoria de Juventude da Prefeitura de Campinas participa nesta quarta-feira, dia 5 de setembro, do lançamento do Programa Integrado de Juventude. O evento será realizado no Conjunto Cultural da República, Esplanada dos Ministérios, em Brasília, a partir das 11 horas.


Na ocasião, os ministros da Secretaria Geral da Presidência da República, da Educação, do Trabalho e Emprego e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome irão apresentar o Programa ProJovem que unifica seis serviços direcionados à juventude com o objetivo de triplicar o número de jovens atendidos.


O novo Programa será dividido em ProJovem Urbano, ProJovem Campo, ProJovem Trabalhador e ProJovem Adolescente. A pretensão é atender, até 2010, quatro milhões de jovens, que vivem em situação de vulnerabilidade social, para possibilitar que eles sejam reintegrados ao processo educacional, recebam qualificação profissional e tenham acesso a ações de cidadania, cultura e lazer.


Autor: Bel Buzzo Alonso

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Parceria entre Cohab/Campinas e Sindicato dos Arquitetos, visa regularizar unidades habitacionais

Projeto visa regularizar unidades habitacionais


A Prefeitura, por meio da Companhia de Habitação Popular de Campinas (Cohab), reuniu-se com Sindicato dos Arquitetos de Campinas para dar seqüência a um projeto piloto, realizado em parceria entre os órgãos, que visa a comercialização, regularização e reforma de unidades habitacionais na cidade.


A primeira experiência do projeto foi feita no Residencial Vila Esperança, região norte de Campinas. São casas que foram ocupadas em gestões anteriores e estavam em situação irregular, tanto legalmente quanto em relação à construção.


Para regularizar a situação, a Cohab implantou o projeto piloto, que além de normalizar a situação registrária das famílias, realiza as reformas nas habitações e, em alguns casos, reconstrói casas. “É uma ação audaciosa com taxas sociais implantadas, tanto no projeto desenvolvido para cada habitação quanto na mão-de-obra que é utilizada nas obras”, afirma o diretor técnico da Cohab, José Antônio Martins.


Este trabalho é realizado com financiamento do Programa de Subsídio Habitacional (PSH) – que disponibilizará R$ 6.000,00 a fundo perdido – e recursos do Fundo de Apoio à População de Sub-habitação Urbana (FUNDAP). Com taxas de financiamento superbaixas, as famílias têm toda a situação normalizada quanto à comercialização do imóvel. O sindicato entra com a participação de oito arquitetos, sendo cada um responsável por cinco unidades. “Com isso, o atendimento fica mais individualizado. O serviço dos arquitetos também terá uma taxa social, muito abaixo dos preços praticados pelo mercado”, explica José Antônio. As obras serão feitas por autoconstrução assistida.


Outro benefício do programa é a realização de uma cotação de preços que é feita pelos arquitetos. São priorizadas empresas construção localizadas próximas ao Vila Esperança, agilizando a obra e fomentando a economia local. “A concepção é baratear o custeio da construção, reforma e regularização, além de agilizar o processo. Se tudo ocorrer da maneira que estamos projetando, a idéia é implementar o programa em outros empreendimentos”, diz o secretário de Habitação e presidente da Cohab Campinas, Fernando Vaz Pupo.


“Moro num barraco faz mais de 10 anos e nunca tive condições de construir minha casa. Agora, terminei a construção definitiva da minha residência”, afirma Maria de Lourdes que mora com o marido e quatro filhos no Vila Esperança.


Residencial


O Vila Esperança é voltado para famílias de baixa renda que vivem em situação de risco, há mais de 15 anos, na região do São Marcos, Santa Mônica, Jardim Campineiro, Recanto da Fortuna e Recanto dos Pássaros. A Cohab já entregou 233 casas no bairro, desde 2004.


A empresa iniciou, no ano passado, essa segunda etapa do projeto do Vila Esperança, com mais 224 unidades habitacionais. Construído numa área total de 9.621 metros quadrados, esta etapa prevê a construção de 120 unidades térreas, com 38 metros quadrados de construção cada uma – que terminaram de ser entregues ano passado – e 104 em forma de sobrado, finalizados em abril deste ano. Todo o empreendimento benefia mais de 900 pessoas.


No entanto, 40 unidades habitacionais foram invadidas há décadas e estão em situação irregular. Eram famílias que estavam no cadastro da Cohab para ocupar as moradias, mas entraram nos lotes antes do início do empreendimento à época. “Estamos solucionando um problema que, anteriormente, chegou a ser ignorado. Essas pessoas saíram de uma área de risco sim, mas ainda moravam sem a dignidade necessária”, explica Fernando Pupo.


Autor: Tiago de Souza/COHAB Campinas

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Passeio ciclístico

EMDEC abre inscrições para dois passeios ciclísticos

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) abre, nesta terça-feira, dia 4, as inscrições para as duas atividades ciclísticas programadas para os dias 22 e 23 de setembro (sábado e domingo): o passeio da Jornada Internacional “Na Cidade Sem Meu Carro” e o evento “Pedalando 24 horas contra o aquecimento global”.


As inscrições para as duas atividades serão gratuitas e os interessados poderão escolher participar de apenas um ou dos dois eventos. Os primeiros mil inscritos que chegarem aos locais de concentração ganharão camisetas dos eventos.


O passeio ciclístico acontecerá no sábado, dia 22. Os participantes irão se concentrar em frente ao Ginásio de Esportes do Taquaral a partir das 8h30 e às 9 horas começará o passeio, em direção ao Largo do Rosário.


Já o “Pedalando 24 horas contra o aquecimento global” vai acontecer das 13 horas do sábado, dia 22, às 13 horas do domingo, dia 23. O evento acontecerá no entorno da Lagoa do Taquaral e os ciclistas irão se revezar durante esse período.


As inscrições estarão abertas até o dia 20 de setembro. Para mais informações sobre trajeto, orientações e regulamento, os interessados poderão acessar o site da EMDEC – www.emdec.com.br .


Menores de 18 anos deverão ter autorização dos pais para participar das atividades ou estar acompanhados dos mesmos. O termo de responsabilidade também está disponível no site da EMDEC.


Confira, abaixo, os locais de inscrição:


– Site da EMDEC – www.emdec.com.br



– Sede da EMDEC – Rua Dr. Sales de Oliveira, 1028 – Vl. Industrial Fone: (19)3772-4214


– Terminal Central – Viaduto Cury


– Central de Informações da Unicamp – Av. Roxo Moreira, 410 – Entrada Principal – Praça da Paz Fone: (19)3521-7000


– MR Nutrition – Rua São Bento, 135 – Taquaral Fone: (19)3213-4076


– Decathlon – Trevo da Rodovia D. Pedro I, Km 129 – Vila Brandina Fone:(19)3794-1000


– Prosport – Av.Orosimbo Maia, 2001 – Novo Cambuí Fone:(19) 3251-9897


Autor: Ana Carolina Bertho/EMDEC

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Programa de coleta de objetos em desuso vai contribuir no combate de doenças à população

Operação ‘Cata Treco’ beneficia bairros da região sul nesta semana

O Programa de Coleta e Transporte de Resíduos Volumosos, também conhecido por Operação ‘Cata Treco’, beneficia esta semana os bairros da área de cobertura da Administração Regional 6 (região sul). Lançado em julho deste ano, o trabalho já atingiu vários locais, recolhendo, até agora, aproximadamente quatro toneladas de objetos em desuso, como fogões, geladeiras, colchões, sofás e pneus, que não fazem parte da coleta diária. A ação tem o objetivo de deixar a cidade limpa e contribuir na prevenção de epidemias e no combate à proliferação de animais peçonhentos, que oferecem risco de transmissão de doenças à população.


Bairros beneficiados:


Segunda-feira – 03 de Setembro


Jardim Santa Maria II, Jardim Fernanda, Jardim Itaguaçú, Jardim Campituba, Jardim Campo Belo III, Jardim Marisa, Jardim Columbia (Parte), Vila Palmeiras e Jardim São Domingos.


Terça-feira – 04 de Setembro


Nesta terça-feira, dia 04, o Jd. Monte Belo I e II, Jd. Cidade Singer, Jd. São João, Jd. Nova América, Jd. Irmãos Sigrist, Residencial Nova Bandeira, Jd. San Diego, Jd. Nova Mercedes, Pq. Das Camélias, Pq. Eurorado, Pq. Centenário, Bairro Bacuri, Jd. Santa Rita de Cássia, Pq. Camburiú, Jd. Santa Cruz, Jd Irajá, Jd. Aldeia do Sul, Jd. Nossa Senhora de Lourdes, Jd. do Lago Continuação, Jd. Stella, Jd. Icaraí, Pq. Residencial Carvalho de Moura, Jd. Noemia, Jd. Conceição, Jd. Iraci, Jd. Estrela Dourada, Jd. Morada das Bandeiras.


Quarta-feira – 05 de Setembro


Jd. das Bandeiras, Jd. São José, V. Lurdes, Jd. do Lago, V. Pompéia, V. Rica, Cidade Jardim, Pq. Oziel, Jd. Monte Cristo e a Gleba B.


Quinta-Feira – 06 de Setembro


Jd. São Bernardo I e II, Pq. Industrial, V. Industrial, Pq. Itália, V. Teixeira, Jd. do Trevo.


Os dias e horário de funcionamento do serviço em cada bairro e região serão previamente divulgados na comunidade por panfletagem e carro de som, para que as pessoas tenham tempo de separar o material e colocá-lo na calçada. Os caminhões responsáveis pela coleta estarão devidamente identificados com o nome do Consórcio Tecam e o emblema da Operação ‘Cata Treco’.


Novas etapas


De acordo com o coordenador do programa, Anísio de Andrade Frati, técnicos do Departamento de Limpeza Urbana (DLU), vinculado à Secretaria Municipal de Infra-Estrutura e de outros setores do Governo Municipal definirão, em encontros nesta semana, as novas etapas da Operação ‘Cata Treco’. Os objetos e materiais recolhidos pelas equipes de trabalho são encaminhados para a Unidade Recicladora de Material (URM) e ao Aterro Sanitário Delta A.


Locais atingidos


A Operação já foi realizada em bairros da área da ARs 4, 11, 12, 13, 14 e das Subprefeituras dos distritos de Barão Geraldo, Sousa e Nova Aparecida. A ação é desenvolvida pela Secretaria de Infra-Estrutura, por meio do DLU, e envolve diversas outras pastas da Prefeitura como Saúde, Defesa Civil, Guarda Municipal, Administrações Regionais e Subprefeituras, entre outras.


Autor: Donizete Vieira/Portal PMC

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Cai o preço do álcool combustível

Preço do álcool na usina é o menor em três anos

O preço médio do álcool combustível vendido pelas usinas paulistas em agosto foi o menor, em valores nominais, em mais de três anos. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o preço médio do litro do hidratado, utilizado nos veículos a álcool e nos flexfuel, foi de R$ 0,58102 no mês passado. É o valor mais baixo desde julho de 2004, quando ficou em R$ 0,58063.


Em valores reais, com a inflação aplicada, o menor preço anterior foi em maio daquele ano, com R$ 0,53729, de acordo com o Cepea. O preço médio do litro do hidratado foi ainda 29,07% mais baixo, em agosto, que os R$ 0,81917 cobrados em média no mesmo período de 2006.


Já o preço médio do álcool anidro fechou o mês passado em R$ 0,66558 o litro, o menor valor desde junho de 2004, quando ficou em R$ 0,62886 o litro. O álcool anidro, misturado em 25% à gasolina, teve ainda o preço médio nominal 30,3% menor no mês passado que os R$ 0,9553 cobrados pelo litro, em média, no mês de agosto do ano passado nas unidades produtoras paulistas.


Mirian Bacchi, pesquisadora do Cepea, considerou os preços baixos do álcool “bons para a sociedade, mas ruins para produtores (do combustível) e fornecedores (de cana-de-açúcar)”.


A pesquisadora lembra que o valor do combustível influencia no preço pago ao produtor de cana porque o agricultor é remunerado por meio de um índice do Conselho dos Produtores de Cana-de-açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo (Consecana), em que o preço do álcool é uma das variáveis.


Safra
De acordo com dados do Consecana de agosto, no acumulado da safra 2007/2008, o produtor recebeu 34,4% menos pela cana-de-açúcar entregue à indústria paulista para o processamento, em comparação com a safra passada.


Mirian explica que é natural uma queda dos preços do álcool durante a safra, quando a oferta está alta. “Mas isso mostra que, apesar de alguns grupos sucroalcooleiros conseguirem estocar o combustível para vendê-lo na entressafra, o setor não tem poder de definir o preço. Não há uma concentração e, sim, uma concorrência muito eficiente”, explicou a pesquisadora.


Repasse
A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), que representa o setor produtivo de açúcar e álcool, informou em nota que, historicamente, o preço do combustível ao produtor apresenta quedas variáveis no período da safra (abril a novembro). Segundo a entidade, no acumulado da safra o preço do álcool pago ao produtor registrou queda de 33%.


“No entanto, a queda demorou 12 semanas para chegar ao consumidor e o preço do álcool hidratado apenas se tornou competitivo em mais de 95% do mercado consumidor brasileiro a partir da primeira semana de agosto”, informa o documento, numa crítica direta à falta de repasse, por parte de distribuidoras e postos de combustíveis, das quedas obtidas nas usinas.


Globo.com – G1

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Lideranças comunitárias participam do seminário da Macrozona 5

População participa do seminário da Macrozona 5

O interesse e a participação de lideranças comunitárias e o consenso de que é preciso pensar no futuro sem esquecer carências antigas que ainda dificultam a vida dos bairros da região foram destaque da primeira etapa do Seminário do Plano de Gestão Local (PLG) da Macrozona 5, realizado no último sábado, dia 1º de setembro. Agora, os representantes dos diversos bairros vão levar para os moradores as informações recebidas nas palestras e debates, e organizar grupos locais de debates.


O objetivo será preparar as discussões marcadas para os próximos dias 15 e 29, que acontecerão respectivamente nas regiões do Ouro Verde e do Campo Grande que, juntas, formam a Macrozona 5. Essas reuniões completarão o seminário e possibilitarão fechar as propostas para o Plano, que posteriormente será transformado em projeto de lei e submetido à Câmara Municipal.


No dia 15, a reunião será realizada na rua Dez, 124, no Jardim Cristina, onde funciona a Administração Regional 12, e no dia 29, na rua Natele Bertucci, 128, no Parque Valença, sede da AR 13. Nos dois dias, ambos sábados, as discussões irão das 9h às 17h, abertas a todos os interessados.


Capacitação


Concebido para ser um encontro predominantemente de capacitação, a reunião do dia 1º foi dividido em duas partes. Durante a manhã, os técnicos da Secretaria de Planejamento, Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente resumiram o Plano Diretor, aprovado no final do ano passado, explicando conceitos urbanísticos e os novos instrumentos disponibilizados pelo Estatuto da Cidade.


O período da tarde foi dedicado à apresentação de dados, mapas e levantamentos resultantes das leituras técnicas da Macrozona 5 feitas pelos órgãos municipais. Aspectos como traçado viário, vazios urbanos, meio ambiente, localização de equipamentos públicos, regularização fundiária e transporte foram detalhados e debatidos.


Também foi enfatizado o caráter participativo adotado tanto para a elaboração do Plano Diretor como para a preparação dos Plano Locais de Gestão. O próprio seminário foi colocado como uma etapa importante para que a participação aconteça, uma vez que as explicações sobre termos técnicos e sobre a metodologia para o encaminhamento de propostas foi um dos itens abordados.


Também constou da pauta do seminário a explicação do que são e qual o objetivo dos Planos Locais de Gestão. Os participantes ouviram que, enquanto o Plano Diretor tratou das diretrizes gerais para o desenvolvimento da cidade, os Planos Locais darão oportunidade para a colocação de demandas específicas das diversas regiões. Cada uma das nove Macrozonas que compõem o município terá seu próprio Plano, a começar da MZ 5.


Os participantes fizeram perguntas e colocaram situações específicas de seus bairros, recebendo explicações e respostas do Secretário de Planejamento, Vicente Andreu Guillo, e de sua equipe, com base nas informações levantadas. O Secretário também destacou que, especialmente na MZ 5, será necessário “pensar o futuro sem tirar a lanterna da popa, ou seja, olhando também o passado, quando se constituíram situações como as dos bairros sem regularização, que se refletem negativamente até hoje”.


Depoimentos dos participantes


Para o presidente do Coregran, Isaac Martins, o seminário foi muito satisfatório e enriquecedor. “Pudemos ter uma visão do que será discutido daqui para a frente. Mas não adianta ter pressa, precisamos pensar com calma para planejar o futuro da região. E eu acho que precisamos discutir mais a parte rural da Macrozona 5, que gera emprego e renda”, afirmou.


A coordenadora do Orçamento Participativo, Isabel Silva Barbosa, também elogiou a iniciativa. “O seminário é importante para construir o processo participativo, para permitir a construção do planejamento da cidade da forma mais democrática possível porque, se a cidade é de todos, tem de ser de todos mesmo. E aqui estamos recebendo informação, e informação é poder: quem sabe conduz, quem não sabe vai a reboque”, disse ela.


“Para mim, o seminário está favorecendo demais, porque eu não tenho conhecimento de tudo, estou aqui para abrir minha visão e poder participar mais. Aquela região é muito largada, esquecida, com muita coisa por fazer, e também quero colocar as necessidades da região e suas deficiências”, completou Orides Martins Assis, morador há 21 anos do Jardim Florence II, região do Campo Grande.


Autor: Monica Monteiro/Portal PMC

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Atenção Motoristas!

Radares móveis chegam a 5 novas vias


Os motoristas de Campinas têm mais um motivo para ficarem atentos ao limite de velocidade: cinco novas vias do trânsito terão radares móveis. Atualmente, os radares móveis (tecnicamente denominados como radares estáticos) atuam em 18 vias, através de um sistema de rodízio. A partir desta quinta-feira, serão 23 pontos de medição de velocidade dos veículos, um aumento de 27,7% no total de pontos monitorados.


Atílio André Pereira, diretor de operações da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), disse que não haverá o aumento de equipamentos com o acréscimo das cinco vias na relação de pontos monitorados, pois serão mantidos os dois equipamentos que a Emdec disponibiliza para esse fim. “A única alteração é que mais vias serão monitoradas e que o intervalo do rodízio entre cada uma delas será maior”, disse. Em média, o radar voltava para cada via em 18 dias e agora poderá retornar em 23 dias.


As novas vias que entram a partir de quinta-feira no rol das monitoradas por radares móveis serão: as avenidas John Boyd Dunlop (Jardim Satélite Iris), Milton Christini (Alto do Taquaral) e Engenheiro Augusto Figueiredo (Vila Formosa), além das ruas Abolição (Ponte Preta) e Mogi Guaçu (Chácara da Barra).


Em todos os pontos monitorados pelo radar estático, a velocidade máxima permitida é de 60km/h. Os equipamentos operam diariamente das 7h às 17h, com aviso prévio na mídia de Campinas e no site www.emdec.com.br. Pereira lembrou que a implantação do radar móvel atende à reivindicação das comunidades que residem nessas regiões. “O objetivo é de adequar à nova realidade do trânsito de Campinas e ampliar a segurança para motoristas e pedestres nas vias de maior risco de acidentes automotivos”, disse. “As estatísticas de acidentes realizadas pela Emdec durante todo o ano de 2006 pesaram também na mudança”, afirmou Pereira.


Na Avenida John Boyd Dunlop, por exemplo, a escolha foi devido aos registro de 970 acidentes e 11 vítimas fatais em 2006, o maior índice da cidade. O radar móvel vai ficar próximo à Granja Bela Aliança, no Jardim Satélite Íris. “A população local solicitava a fiscalização eletrônica há algum tempo, pois a região concentra um grande número de travessias de pedestres”, disse Pereira.
A mesma preocupação existe na Rua da Abolição. O monitoramento será feito entre o Cemitério da Saudade e o Extra Abolição. “É um trecho que concentra grande número de pedestres e veículos”, afirmou o diretor. Estudos da Emdec revelam que a média é de 18,5 mil automóveis por dia útil naquele local, que trafegam em cada um dos dois sentidos.


Pereira lembrou que na Avenida Engenheiro Augusto Figueiredo existe uma preocupação porque foram registrados 126 acidentes no biênio 2005-2006. Deste total de acidentes, 47 pessoas foram vitimadas diretamente e quatro atropeladas.
A Rua Mogi Guaçu, na Chácara da Barra, foi escolhida porque recebe uma média de 12,8 mil veículos por dia útil e, nos últimos dois anos, registrou um total de 112 acidentes, sendo 27 com vítimas. O maior fluxo de veículos e de acidentes motivou a instalação do radar móvel também na Avenida Milton Christini, no Alto Taquaral.


“A região apresentou um aumento considerável no fluxo de veículos após a inauguração do Shopping Parque Dom Pedro, em 2003, e da conseqüente expansão imobiliária em todo o seu entorno”, revelou. “É uma reivindicação constante da população local”, concluiu.
Gilson Rei / Agência Anhangüera

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Cerca de mil lideranças políticas pretigiam lançamento do Bloco de Esquerda é oficializado em São Paulo

Lançamento consolida Bloco de Esquerda em SP


Cerca de mil lideranças políticas superlotaram o auditório do Palácio do Trabalhador, nesta segunda feira, para prestigiar o lançamento do Bloco de Esquerda no estado de São Paulo. A frente, que reúne PCdoB, PSB, PDT, PRB, PMN e PHS, foi criada durante o processo de eleição da mesa da Câmara Federal e segue unida, com planos de disputar prefeituras importantes nas próximas eleições.


Aldo Rebelo no lançamento: Somos a semente do futuro A marca do ato foi a tentativa de consolidação do Bloco como alternativa política para São Paulo e para o país. Prestigiaram o lançamento, além de prefeitos e deputados estaduais, os deputados federais por São Paulo Aldo Rebelo (PCdoB), Paulinho (PDT), Márcio França e Luíza Erundina (PSB). Também compareceram o ministro Orlando Silva (PCdoB), a deputada gaúcha Manuela DÁvila (PCdoB), Ciro Gomes (PSB-CE), o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, o presidente do PRB, Vitor Paulo, e Roberto Amaral, presidente em exercício do PSB.


Bloco pra Valer


Paulo Pereira da Silva (PDT), primeiro orador, declarou que a frente não nasce contra o governo Lula, mas que deve procurar levá-lo a implementar um programa para aqueles que realmente têm ficado à margem do governo, até para ajudar o governo. O líder do Bloco na Câmara destacou que a união dos partidos não é ocasional e que pretendem caminhar juntos nas disputas eleitorais. Este Bloco é para valer. Este Bloco é para as eleições de 2008 e, se der certo, para as eleições de 2010, afirmou.


 O deputado federal Ciro Gomes enfatizou o caráter histórico das desigualdades sociais brasileiras. A concentração de renda não é obra da vontade de Deus, nem é conseqüência da gravidade, que puxa a laranja do pé para o chão. Tudo isso aconteceu por um arranjo institucional que a política fez e só a política pode desfazer.


Falando sobre a carga tributária, Ciro elencou medidas que levariam em conta os interesses do desenvolvimento e os desequilíbrios sociais na taxação e que deveriam estar num programa proposto pela esquerda nos dias de hoje. Ao invés de se cobrar mais [impostos] do trabalho, se cobrar mais do patrimônio. Ao invés de se cobrar mais do consumo popular, se cobrar mais do consumo de luxo.


Brizola, Amazonas e Arraes


O ex-ministro avaliou como positivo o momento vivido pelo país e que o longo período de estagnação econômica e de concentração de renda apresenta sinais de reversão sob os governos Lula. O Brasil está crescendo hoje o dobro da média que cresceu nos últimos 25 anos. O Brasil pela primeira vez em 30 anos tem indicadores de desconcentração de renda. O Brasil criou milhões de vagas para filhos de trabalhadores sem acesso à universidade. Ainda está longe daquilo que queremos para uma universidade pública, gratuita e de qualidade, mas é uma contribuição importante do Prouni. Eu acho que nós começamos, não faz sentido que nós nos percamos no caminho, afirma.


Muito aplaudido, ele lembrou ícones dos três maiores partidos do Bloco de Esquerda – PDT, PCdoB e PSB. O sentido superior de nos reunirmos, na inspiração de Leonel Brizola, de João Amazonas, de Miguel Arraes é construirmos um projeto de desenvolvimento comprometido com os interesses e os direitos negados à grande maioria do povo brasileiro, que nós começamos já com o governo do presidente Lula.


Semente do futuro


Para Aldo Rebelo, do PCdoB, a origem popular é uma das características comuns aos partidos da frente. Basta olhar na fisionomia dos nossos militantes e nossas militantes, se não fosse a camiseta ou a bandeira a identificar, poderiam ser militantes de qualquer um dos partidos, disse.


O comunista destacou o passado de lutas de PDT, PCdoB e PSB, mas principalmente a alternativa que esses partidos buscam consolidar para conduzir o país às mudanças. Somos também a semente do futuro, que nós queremos ainda melhor, ainda mais democrático, ainda mais justo e com ainda mais direitos para os trabalhadores brasileiros.


Aldo também lembrou os esforços do Bloco para, apoiando Lula, levar o governo à esquerda. Amigo não é só aquele que dá tapa nas costas nos momentos de vitória. É também aquele que tem a coragem e a franqueza de criticar o que não está bom, apontou.


Unidade Popular


Renato Rabelo, presidente nacional do PCdoB, ressaltou a Plataforma lançada pelo Bloco de Esquerda, demonstrando que não é uma inciativa restrita à eleição da Câmara como muitos apostaram, mas uma união programática de forças populares. Rabelo ainda frisou que o Bloco não está fechado e pode receber adesões de outros partidos que concordarem com a Programa.


O dirigente do PSB Roberto Amaral, criticou as tentativas de antecipar o debate eleitoral de 2010, já que isso contribuiria para a divisão das forças que apóiam o governo Lula.


Discutir as eleições de 2010 agora é um desserviço à República, alegou. O ministro Orlando Silva disse que, pelo histórico e pela trajetória ligadas às lutas populares, sente falta da presença do PT no Bloco de Esquerda e espera a adesão no futuro. Manuela DÁvila aposta no entendimento entre os partidos do Bloco e o PT, avaliando como abertura ao diálogo o resultado do congresso petista.



Fernando Borgonovi, pelo Vermelho-SP;

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Projeto deverá ser retirado da pauta.

Projeto deverá ser retirado da pauta.


 


O vereador Sérgio Benassi (PCdoB) deverá retirar da pauta de votação da sessão de hoje (3) na Câmara Municipal o seu projeto de Lei 129/07 que cria o Sistema de Reuso de água de chuva no município.
De acordo com Benassi a intenção é que antes que aconteça a votação o assunto seja debatido democraticamente com a sociedade.
“Antes de colocarmos o projeto em votação queremos organizar um debate público, para expor nosso projeto e ouvir mais sugestões da população”, diz Benassi.
 O projeto trata da reutilização da água de chuva em condomínio, clubes, entidades, conjuntos habitacionais e demais imóveis residenciais, industriais e comerciais em casos que não necessitem o uso de água potável como para o uso em atividades como a irrigação de jardins, descarga de vasos sanitários, lavagens de veículos, lavagem de calçadas entre outras.
“Através desta propositura estamos proporcionando ao município o início para a mudança de comportamento e hábitos visando reverter o processo de perda dos recursos naturais”, justifica Benassi.


 


R.B. – Assessoria de Imprensa