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Bloco de Esquerda será lançado nesta 2ª em São Paulo

Bloco de Esquerda será lançado nesta 2ª em São Paulo


Após formalizar uma atuação conjunta no Congresso Nacional, o Bloco de Esquerda – composto por PDT, PCdoB, PSB, PHS e PMN – quer unir forças nos municípios para lançar candidatos às principais prefeituras do País em 2008. Em São Paulo, o lançamento do bloco será realizado nesta segunda-feira (2).


O ato, marcado para as 14h30, no Palácio do Trabalhador, próximo ao centro da cidade, contará com a presença dos deputados Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, Ciro Gomes (PSB-CE) e Aldo Rebelo (PCdoB-SP), além do ministro do Esporte, Orlando Silva. Dezenas de prefeitos e vereadores do estado também estarão presentes.


 A frente já contabiliza 78 deputados federais, pouco menos que os 82 do PT. Todos fazem parte da base de apoio do governo Lula. Vamos montar estratégias comuns pensando nas próximas eleições e o fortalecimento do bloco em ações programáticas, afirmou Paulinho, líder do bloco no Congresso.


 Segundo o parlamentar, o bloco pretende ser uma alternativa aos projetos políticos de PT, PMDB, PSDB e DEM (ex-PFL). Somos parte da base de apoio. O Bloco de Esquerda não significa um rompimento com o governo, mas não somos o PT. Atuamos de forma conjunta com o governo, mas temos algumas posições divergentes, explicou.


 Mesmo contando com tantos partidos, o deputado assegurou que o objetivo é unir todas as legendas em torno do candidato mais forte em cada cidade. Na capital paulista, por exemplo, além de Paulinho, têm interesse em concorrer à prefeitura de São Paulo em 2008 os deputados Aldo Rebelo e Luiza Erundina (PSB-SP).


 Leia também: Bloco de Esquerda é aliado preferencial em 2008, diz PSB


Da redação, com agências


 

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Entrega da declaração do Imposto de Renda para Isentos

Prazo para entrega da declaração de isento na Receita começa hoje


Começa hoje o período de entrega da declaração de isento 2007. O prazo vai até 30 de novembro. A declaração é obrigatória para todas as pessoas que possuem CPF, residem no Brasil ou no exterior, mas não precisaram entregar a declaração de ajuste anual do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) porque ganharam até R$ 14.992,32 em 2006 e para quem, mesmo sem renda, quiser manter regular o seu número do CPF. A expectativa da Receita é receber cerca de 64 milhões de declarações de isentos.


O dependente cujo número do CPF foi informado na declaração do IRPF do contribuinte com o qual mantém relação de dependência não precisa apresentar a declaração de isento. Também estão desobrigadas as pessoas que se inscreveram no CPF este ano.


O contribuinte pode apresentar a declaração de isento pelo site da Receita , nos Correios, Banco do Brasil, e Banco Popular do Brasil. A partir do dia 10, também pode optar por declarar nas agências da Caixa Aqui (correspondente bancário da Caixa Econômica Federal) ou casas lotéricas. Pela internet, o envio é gratuito. O preço de entrega da declaração em lotéricas e nos bancos é de R$ 1,00. Nos Correios, a taxa é de R$ 2,40. O declarante precisa informar seu CPF, data de nascimento, número do título de eleitor e se possui conta corrente em banco, veículo automotor e imóvel e se é dependente de declarante de Imposto de Renda.


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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Governo Federal aumenta verbas para área social

Lula diz que recursos para área social são investimentos


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (3) que não se incomoda com as críticas feitas ao governo pelo aumento de verbas para a área social. O Orçamento Geral da União prevê para 2008 R$ 72,9 bilhões para o setor. O valor representa 16,6% a mais em comparação ao que deverá ser gasto este ano – R$ 62,5 bilhões.


Em seu programa de rádio Café com o Presidente, Lula reafirmou que os recursos não devem ser vistos como gastos, mas como investimentos para a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros.


“Na verdade não estamos gastando, nós estamos fazendo o investimento mais primoroso do mundo, que é o investimento no ser humano, na melhoria da qualidade de vida das pessoas, na melhoria da possibilidade de crescimento das pessoas. É isso que estamos fazendo e vamos fazer muito mais porque durante 500 anos se trabalhou para aumentar a desigualdade, nós agora temos que trabalhar para diminuir essa desigualdade”, afirmou Lula.


O presidente disse ainda que não se incomoda quando a imprensa publica que os gastos do governo vão crescer mais que o Produto Interno Bruto (PIB). “Não me incomoda porque eu sei que o dinheiro que estamos investindo na área social trará como resultado menos jovem na criminalidade, menos gente desempregada, menos gente morrendo por falta de assistência médica, por falta de saneamento básico, por falta de água potável”, afirmou.


Na avaliação do presidente Lula, é mais importante dar comida a quem necessita do que investir em infra-estrutura. “Tem gente que faz crítica, tem gente que acha que não deveria gastar com pobre, tem gente que acha que tudo seria transformado em estrada e em portos e eu acho que nós vamos fazer muitas estradas, muitos portos, muitos aeroportos, muita ferrovia, muitas hidrovias, vamos fazer muita linha de transmissão. Agora, tudo isso é importante, mas mais importante é a gente dar comida para a parte mais necessitada do povo brasileiro”, completou.


Para o desenvolvimento social e combate à fome, o Orçamento Geral da União prevê para 2008 R$ 13,24 bilhões, 26,23% a mais do que o estipulado para 2007. Para o Bolsa Família, o governo estima a destinação de R$ 10,4 bilhões, contra R$ 8,6 bilhões deste ano.


Agência Brasil /

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Plebiscito Popular A VALE É NOSSA

Plebiscito sobre a Vale começa neste sábado em todo País


Há exatos dez anos, o governo brasileiro, representado na figura do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), privatiza a segunda maior companhia estatal brasileira. A privatização da Companhia Vale do Rio Doce (CVDR) ficou na história por ter sido denunciada por irregularidades jurídicas na transação, além da desvalorização de seu preço – foi vendida por 3,3 bilhões de reais, quando seu patrimônio à época estava avaliado em 40 bilhões de reais. Também existem denuncias de favorecimento de grupos durante a transação. Para pressionar a Justiça e o Governo Federal a anular o leilão da CVRD, movimentos sociais de todo o Brasil começam neste sábado o 3º plebiscito popular da história do País. Veja aqui como participar.


Hoje a Vale está sendo avaliada em cerca de 100 bilhões de dólares, patrimônio que deveria ser de todos os brasileiros. As denuncias de irregularidades motivaram mais de 100 ações populares na Justiça, 69 delas ainda estão em andamento. Uma pesquisa realizada esse ano pelo Instituto GPP – Planejamento e Pesquisa, mostrou que 50.3% dos brasileiros entrevistados são favoráveis a retomada da empresa pelo governo, enquanto apenas 28.8% mostraram-se contrários a reestatização da Vale.


Entidades e movimentos sociais, sindical e estudantil estão realizando desde o início do ano a Campanha “A Vale é Nossa” pela anulação do Leilão da Vale do Rio Doce. Mais de 60 entidades em todo Brasil participaram campanha que culminará com o plebiscito popular que começa neste sábado, 1° de setembro e se estende até o dia 7. O plebiscito acontece na semana da Pátria, ocasião em que também é realizado o Grito dos Excluídos como lema “Isto não Vale – Queremos Participação no Destino da Nação”.


Veja abaixo como participar. 


O quê fazer para participar do Plebiscito Popular? Quando eu posso votar?


O Plebiscito Popular acontece durante a semana da Pátria, entre os dias 1º a 7 de setembro. Mas a coleta de votos pode se estender até o dia 9 de setembro. Tudo depende da possibilidade das organizações responsáveis pelas urnas. A votação pode ser feita em um único dia ou mais dias, ou então durante todos os dias da semana.


Onde votar?


As urnas podem ser organizadas em todos os cantos do país. Para saber onde votar, procure o comitê estadual (a lista de contatos está no www.avalenossa.org.br).
Se precisar de mais orientações sobre os locais de votação, procure uma das organizações mais próximas de você que estão engajadas na campanha, como: Assembléia Popular, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Grito dos Excluídos Continental, Movimento Pequenos Produtores (MPA), Consulta Popular, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), União Nacional dos Estudantes (UNE), Movimento Evangélico Progressista, Via Campesina, Pastoral Operária (PO), Pastoral Carcerária, Central de Movimentos Populares (CMP), Pastoral da Juventude Rural (PJR), Cáritas, Comissão Pastoral da Terra (CPT), sindicatos ligados a CUT, Conlutas, Intersindical, Corrente Sindical Classista (CSC), entre outros.


Como eu posso ajudar no plebiscito popular?


Você pode montar um Comitê Local para o Plebiscito Popular (no seu bairro, sindicato, condomínio, lugares de grande circulação de pessoas, etc). É simples e ajuda a gerar debates e organizar a população. Para formar um comitê local, promova um debate na sua comunidade, trabalhando a pergunta do plebiscito, com a ajuda dos materiais da campanha.


A pergunta é: “”Em 1997, a Companhia Vale do Rio Doce – patrimônio construído pelo povo brasileiro – foi fraudulentamente privatizada, ação que o Governo e o Poder Judiciário podem anular. A Vale deve continuar nas mãos do capital privado?”


O Comitê Local deve ser responsável pelas urnas e pelo contato com o comitê estadual. As urnas podem ser montadas em qualquer local. Você pode formar até mesmo uma urna móvel, circulando de carro e coletando votos em lugares de grande circulação de pessoas.


E o que eu faço para conseguir o material de votação?


Entre em contato com o Comitê Estadual para fornecer o material de votação e para acertar com o Comitê como passar o resultado do plebiscito, no dia 10 de setembro. O Comitê Estadual estará fornecendo o material de votação. Porém, basicamente, você necessita de uma urna, cédula de votação e lista de votação, para anotar o nome e RG de todos aqueles que participam da votação (Veja maiores orientações no site, na parte Cédula e Materiais do Plebiscito). Materiais de formação da campanha, como cartilhas e DVDs, podem ser obtidos com a Secretaria Operativa da Campanha, pelo contato: (11) 3105-9702 (São Paulo), ou pelo e-mail avaleenossa@yahoo.com.br.


Além disso, lembramos que cada comitê, cada grupo de pessoas que organiza o plebiscito, tem total liberdade para:


Organizar o debate e produzir seus próprios materiais, a partir do conteúdo que foi disponibilizado na página da campanha.


Reproduzir cartilha, jornais e cartazes publicados na página.


Entrar em contato com as organizações que participam da campanha e que possuem os materiais da campanha (cópia da cartilha, do vídeo da campanha, panfletos, etc).


As entidades que participam da Coordenação dos Movimentos Socias (CMS), como a CUT, a UNE, a Ubes, a Conam, entre outras, definiram como central de recolhimento de votos e resultados a sede nacional da CUT (Rua Caetano Pinto nº 575 CEP03041-000 Brás, São Paulo SP/Telefone (0xx11) 2108 9200 – Fax (0xx11) 2108 9310).


Materias da campanha, inclusive cédulas, também podem ser baixados no sitio da central: www.cut.org.br.


Veja abaixo os programas de rádio da campanha “A Vale é Nossa”.


Programa 1 – Entrevista com Charles Trocate, membro da direção nacional do MST, sobre a organização e a importância do Plebiscito. Equipe de Produção: Ana Claudia Mielki – Danilo Augusto – Mércia Silveira. Tamanho: 2 MB. Tempo: 8’50’’. Sonoplastia: Adilson Oliveira e Jorge Mayer.


Programa 2 – Entrevista Luis Basségio, secretário continental do Grito dos Excluídos nas Américas, fala sobre as irregularidades no processo de privatização.Equipe de Produção: Danilo Augusto – Vinícius Mansur. Tamanho: 769 KB. Tempo: 3’16’’. Sonoplastia: Adilson Oliveira e Jorge Mayer.


Programa 3 – Entrevista com João Pedro Stedile da direção nacional do MST fala sobre como bens naturais brasileiros foram privatizados junto com a Vale. do Grito dos Excluídos. Equipe de Produção: Danilo Augusto – Juliano Domingues. Tamanho: 2.3 MB. Tempo: 4’57’’. Sonoplastia: Adilson Oliveira e Jorge Mayer.


Programa 4 – Spot da Campanha “A Vale É Nossa” Equipe de Produção: Campanha A Vale É Nossa. Tamanho: 717 KB. Tempo: 0’30’’.


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Projetos da Unicamp visam a Revitalização da Estação Guanabara.

Projetos da Unicamp visam a Revitalização da Estação Guanabara.


O vereador Sérgio Benassi (PCdoB) esteve hoje (31, sexta-feira)  com o professor Marcos Tognon da Unicamp responsável pelos projetos que são implantados na Estação Guanabara.
Benassi propôs uma parceria entre a Universidade, a Prefeitura e o CEPROCAMP para o desenvolvimento de cursos no local.
Atualmente está sendo desenvolvido o Espaço Armazém onde acontecem eventos e reuniões de diversos setores da sociedade e o Projeto Tenda que promove cursos de teatro, dança e circense.
“Temos que reforçar e fortalecer a utilização dos espaços pela Unicamp e forçar proprietário da área, o IPEP (Instituto Paulista de Estudo e Pesquisa), a ir para a mesa de conversação e assumir as responsabilidades”, diz Benassi.
Os projetos serão apresentados oficialmente no dia 10 de setembro (segunda-feira), na planilha de possibilidades apresentadas ao vereador, a Universidade pretende implantar aproximadamente 15 cursos.
A Unicamp luta por verbas para a restauração e melhorias no prédio frontal da Estação Guanabara (rua: Mário Siqueira). O prédio possui 20 salas, num espaço bem distribuído e muito apropriado para o desenvolvimento de cursos e aulas, porém ainda não tem condições para ser utilizado.


Estação Guanabara.


Através do atual proprietário (IPEP), o local recebeu alguns pontos de ilunimação, lacraram os barracões, colocaram segurança e cercaram a área defronte a rua Mário Siqueira, porém a Estação Guanabara continua abandonada. A Unicamp alega que já entrou em contato com os representantes do Instituto com relação ao desenvolvimento de projetos e não obtiveram responstas. Benassi já se comprometeu a intermediar estas conversas para buscar a solução o mais rápido possível para a Revitalização da Estação Guanabara.


 


R.B. – Assessoria de Imprensa

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Campinas vai criar agência municipal reguladora de sanenamento


Campinas terá agência reguladora


 

Campinas vai criar uma agência municipal reguladora de saneamento, com a tarefa de regular, controlar, definir tarifa de água e esgoto e fiscalizar o serviço de saneamento prestado pela Sociedade de Abastecimento e Saneamento S.A (Sanasa). A agência está sendo formatada pelo departamento jurídico da empresa para ser apresentada ao prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) e deverá nascer com caráter regional, ou seja, terá competência para fiscalizar empresas de saneamento de outros municípios desde que receba delegação para isso dos prefeitos. A fiscalização externa das empresas de saneamento do País é uma exigência da lei federal que definiu um novo marco regulatório nesse setor, separando a prestação de serviços das atividades de planejamento, regulação e fiscalização.

O novo marco definiu que o governo planeja e define a política pública. As empresas prestam o serviço. As demais atribuições, como definição de padrões de serviço, fiscalização da execução dos contratos e atendimento a reclamações e consultas dos usuários, podem ficar a cargo de um órgão regulador – uma agência.

Estados e municípios têm prazo até o final de 2009 para implantar a regulação dos serviços de saneamento. O governador José Serra (PSDB) encaminhou à Assembléia Legislativa (AL), no final de julho, um projeto de lei complementar criando a Agência Reguladora de Saneamento do Estado de São Paulo (Arsesp), uma autarquia especial que irá unificar, segundo a secretária estadual de Saneamento e Energia, Dilma Pena, tarefas como regulação, controle e fiscalização nos setores de saneamento e energia, diminuindo custos burocráticos, aproveitando a experiência de 10 anos já adquirida pela Comissão de Serviços Públicos de Energia (CSPE), órgão estadual que hoje regula a distribuição de energia elétrica e gás canalizado.

Essa agência poderá fiscalizar os serviços municipais de saneamento, mas prefeitos ouvidos pela Agência Anhangüera de Notícias , durante a reunião do Consórcio da Bacia do Rio
Piracicaba, Capivari e Jundiai (PCJ), em Itatiba, disseram não estar dispostos a permitir que o Estado exerça essa tarefa. Segundo o projeto que está na Assembléia Legislativa, a agência cobrará 0,5% do faturamento anual obtido na prestação do serviço pela empresa de saneamento a ser fiscalizada.

O presidente dos Comitês das Bacias Hidrográficas dos Rios
Piracicaba, Capivari e Jundiaí (Comitês PCJ) e prefeito de Atibaia, José Roberto Tripoli, disse que também vai criar uma agência municipal. Ele defendeu, inclusive, a possibilidade de municípios se consorciarem, criando agências reguladoras por bacias, com comitês municipais. “Cada município tem sua história, seu processo e tenta conseguir, de forma autônoma, índices internacionais de tratamento de esgoto e água. Somos autônomos para fiscalizar as empresas também”, afirmou.

O presidente da Sanasa, Luiz Augusto de Aquino, comentou que
Campinas não está disposta a deixar a competência de fiscalização do serviço por conta do Estado. “Somos a terceira melhor empresa do País, temos vida própria e poder de aglutinar outros serviços. No nosso caso, não tem muito sentido pensar em transferir a regulação ao Estado”, comentou.





Maria Teresa Costa / Agência Anhangüera

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Prefeitura apresenta solução para famílias que vivem em área da Nova Rodoviária

Sehab apresenta projeto de conjunto habitacional


A Prefeitura, por meio da Secretaria de Habitação (Sehab), realizará nesta quinta-feira, 30 de agosto, reunião com as 25 famílias que viviam na área onde está sendo construída o novo Terminal Rodoviário de Campinas. A reunião tem como objetivo principal apresentar o projeto do conjunto habitacional para onde estas famílias serão transferidas em 2008.


 “Procuramos sempre discutir todas as nossas ações com a população. Este tipo de reunião é importante para acertarmos detalhes pendentes e ouvir sugestões dessas pessoas”, explica o coordenador de Habitação Popular, Carlos Artioli.


Histórico


Na área onde a Prefeitura constrói a nova Rodoviária, 25 famílias moravam em unidades habitacionais concedidas pela Fepasa. Após negociações, em abril deste ano, a Sehab finalizou a remoção das famílias assumindo o compromisso de construir um conjunto habitacional, em uma área escolhida por elas, localizado a 500 metros do local onde vivam.


Para garantir a remoção, a Prefeitura entregou aos moradores um Termo de Compromisso no qual se compromete a auxiliar os moradores no pagamento de aluguel provisório, até o término das obras do conjunto habitacional, estabelecido num período de 12 meses, podendo ser prorrogado por mais cinco. O valor desta ajuda de custo é de R$ 280,00. Outro item do termo, garante transporte escolar gratuito, neste período. para as crianças e adolescentes que necessitarem.


A nova Rodoviária


A nova Rodoviária de Campinas adota conceito arquitetônico com características muito próximas as de um aeroporto, com modernidade e visual arrojado.


Instalado no Complexo Ferroviário, o novo terminal também respeita o patrimônio cultural e arquitetônico da cidade, com a recuperação de edifício tombado pelo Condepacc e a preservação de algumas casas e galpões já existentes na área. Esses prédios históricos deverão receber empresas de serviços, lanchonetes, revistaria e lojas com apelo popular. O investimento para construção da nova Rodoviária está orçado em cerca de R$ 28 milhões.


Vale destacar ainda que, na área interna da nova Rodoviária, já estão garantidos espaços para livraria, revistaria, farmácia, lojas de presentes, restaurante e praça de alimentação, além de serviços básicos, como maleiros, áreas de espera, enfermaria, sanitários, área para banhos e serviços de segurança.


Autor: Tiago de Souza

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Número de vagas para estagiários deverá aumentar

Número de vagas para estagiários na Prefeitura deverá aumentar.


Atualmente 335 estudantes, sendo que 321 universitários e 14 técnicos são beneficiados com o Programa de Incentivo ao Estádio Remunerado na Administração Municipal.


Segundo o vereador-líder de Governo Sérgio Benassi (PCdoB) este número deverá aumentar. “Ontem (29) aprovamos a lei que aumenta o prazo de duração do estágio remunerado e a perspectiva é aumentarmos também o número de vagas para estagiários universitários e técnicos dentro da administração pública”, afirma Benassi.


Esta novidade interessa a todos os estudantes que aguardam por uma oportunidade dentro da administração municipal, que através de processo seletivo ingressam nas secretarias municipais, dinamizam as ações da administração e trazem novas idéias.


Cada estudante universitário recebe 400 reais mensais e seguro de vida, o transporte é opcional e os estagiários técnicos recebem 380 reais e os mesmos benefícios. Exceto a secretaria municipal de Cooperação Internacional e Ouvidoria, todas as outras secretarias recebem estagiários em seus serviços.


Com a aprovação na sessão de ontem (29) da Câmara Municipal, em 2ª votação, do Projeto de lei 597/07 apresentado pelo Benassi que altera a Lei 10.442/ 2.000 (Benassi) com relação a duração do estágio remunerado que era de 6 meses a 1 (um) ano, agora passa a ser de no mínimo para 1 (um) ano e o máximo de 2 (dois) anos.


Benassi acredita que esta mudança melhorará o aprendizado dos estudantes com experiência em órgãos públicos e dinamizará os projetos desenvolvidos pela municipalidade.


 


R.B. – Assessoria de Imprensa

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Novas diretrizes recomendam as atividades físicas de maior esforço


Atividades físicas


Especialistas reavaliam recomendação mínima de atividades físicas e afirmam que gasto calórico não deve ser único fator considerado para alcançar benefícios


Fazer uma caminhada leve três vezes por semana é o mínimo necessário para manter a saúde e se proteger de problemas como diabetes e osteoporose, certo? Errado.
Divulgada neste mês, a nova diretriz da ACSM (American College of Sports Medicine) mostra que, para a atividade física ter efeito significativo sobre a saúde, é necessário suar a camisa.
Os exercícios aeróbicos devem ser praticados pelo menos cinco dias por semana, numa intensidade de moderada a intensa, e dois dias devem ser dedicados a atividades de fortalecimento muscular.
E nada de incluir nessa conta a ida até a padaria ou a faxina em casa: os 30 minutos de exercícios devem ser um adicional às atividades do dia-a-dia.
Para quem acha esse ritmo puxado, uma observação: essa é a meta mínima. Quem quer emagrecer precisará malhar ainda mais. Além disso, ressaltam os pesquisadores, quanto maior a quantidade de exercícios, melhor para a saúde -especialmente em relação a doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, osteoporose, obesidade, câncer de cólon e de mama, ansiedade e depressão.
“Muitos adultos saudáveis já podem começar a fazer meia hora de atividades de intensidade moderada -como caminhar aceleradamente- cinco dias por semana. Quem estiver muito fora de forma pode começar com dez ou 15 minutos de atividade por dia e aumentar progressivamente até alcançar os 30 minutos. De modo geral, as pessoas conseguem fazer uma sessão de meia hora em quatro ou seis semanas”, disse à Folha William Haskell, professor da Escola de Medicina da Universidade Stanford e coordenador da nova diretriz.
Principal entidade norte-americana de medicina do esporte, a ACSM elaborou o documento em parceria com a AHA (American Heart Association), com base em estudos realizados em todo o mundo, e suas orientações devem ser adotadas por diversos países, incluindo o Brasil.
“Como temos poucos estudos no Brasil, não dá para nos basearmos em dados nacionais. O que existe são publicações de maior relevância científica como essa”, afirma Arnaldo José Hernandez, presidente da SBME (Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte).
Apesar dessa influência, o documento também tem recebido críticas. Teme-se, por exemplo, que a maior rigorosidade da orientação possa desestimular as pessoas a se engajarem num plano de atividades físicas. Outro argumento é que não há uma fórmula que valha para todo mundo, sem levar em conta características individuais.
“Não existe receita de bolo”, afirma Rene Abdalla, professor de ortopedia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e coordenador do Centro de Ortopedia e Reabilitação no Esporte do HCor (Hospital do Coração), em São Paulo. “Cada um tem o seu limite. O mais importante é a regularidade.”

Gasto calórico?
O estudo é uma atualização da diretriz lançada pela ACSM em 1995. Na época, afirma José Lazzoli, presidente eleito da SBME, acreditava-se que o fator mais importante na prática de exercícios era o gasto calórico semanal.
Isso levou a um conceito de “exercício como estilo de vida” -ou seja, pregava-se que pequenos hábitos no dia-a-dia, como a substituição do elevador pela escada, levariam a pessoa a alcançar a meta de gasto calórico e resolveriam o problema do sedentarismo.
Além disso, os autores do documento afirmam que alguns aspectos da diretriz de 95 foram mal-interpretados e, por, isso, a nova versão é mais explícita em suas recomendações, como a necessidade de exercícios de intensidade vigorosa.
De acordo com a nova diretriz da ACSM, pesquisas recentes mostram que exercícios de intensidade vigorosa são mais eficazes na redução de riscos cardiovasculares do que atividades de intensidade moderada, independentemente do gasto calórico.
Já a retenção de cálcio e o fortalecimento da massa óssea, importantes na prevenção da osteoporose, dependem do impacto sobre o osso durante o exercício -nesse sentido, correr é mais indicado do que fazer hidroginástica, diz Hernandez, na SBME. “Antes, a questão era fazer ou não fazer atividade física. Agora, a dica é: não parar o que você já faz, mas incluir atividades mais intensas.”

Musculação?
“Fazer uma caminhada leve três vezes por semana vai ajudar a controlar a pressão arterial, mas não tem efeito no controle do diabetes -a queima que ocorre é de gordura, e não mexe no consumo de açúcar pelo organismo”, explica Paulo Zogaib, professor de fisiologia e medicina do exercício da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Para ele, uma das mudanças mais importantes da nova diretriz é a introdução dos trabalhos de força muscular na lista de atividades básicas. O próprio diabetes tipo 2 serve como exemplo dos benefícios que advêm da junção dos trabalhos de fortalecimento muscular com os aeróbicos. “O exercício aeróbico queima pouco açúcar. Em compensação, ajuda a melhorar a sensibilidade dos receptores de insulina. Já a musculação aumenta a capacidade de o organismo metabolizar o açúcar”, afirma Zogaib.
Ainda segundo o médico, o fortalecimento muscular é especialmente importante para pessoas na terceira idade, já que, a partir dos 50 anos, tem início a diminuição dos hormônios anabólicos, com conseqüente perda da massa muscular. Segundo Lazzoli, da SBME, “não há nenhuma faixa etária que se beneficie mais do fortalecimento muscular do que a terceira idade”.

Idosos?
Outra novidade da diretriz são as recomendações específicas para a terceira idade e para essoas com limitações físicas. Segundo o trabalho, esse grupo também tem de se exercitar pelo menos cinco vezes por semana e fazer atividades de fortalecimento muscular.
“Além de aumentar a força física, a musculação melhora os sintomas de quem tem artrose e, por causar impacto, ajuda a manter a densidade óssea”, afirma Ricardo Cury, da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia).
Uma orientação específica da entidade para idosos são os exercícios de flexibilidade e de equilíbrio.
Sessões de alongamento devem ser realizadas ao menos dois dias por semana e sempre acompanhar a prática de uma atividade aeróbica ou de fortalecimento muscular. Segundo o documento, a atividade física pode reduzir o número de quedas em idosos em até 45%.
Mas, antes de o idoso dar início a qualquer exercício, os autores da nova diretriz recomendam a elaboração de um plano de atividades com um especialista. Isso é fundamental para que sejam levados em consideração os efeitos terapêuticos da atividade e os riscos relacionados a problemas crônicos. A dica vale mesmo para idosos saudáveis e sem problemas crônicos.

Exames?
Já adultos saudáveis não precisariam consultar um médico para seguir a recomendação mínima da diretriz, segundo informa o próprio documento. Os exames só seriam necessários para pessoas com doenças cardiovasculares, diabetes ou outra doença crônica.
Segundo Haskell, coordenador do trabalho, trata-se de uma orientação populacional, e não específica. “O risco desses exercícios para um adulto saudável é muito baixo.”
“A filosofia dessas orientações populacionais é não criar muitas barreiras para a prática de exercício”, afirma Lazzoli. “Mas acho que é interessante fazer exames antes de iniciar qualquer atividade, já que os problemas cardiovasculares são, na maioria das vezes, doenças silenciosas.”
Outro ponto polêmico da diretriz é que ela não estabelece um limite máximo para a prática de atividades. Segundo o trabalho, esse dado não foi estabelecido porque varia muito conforme a idade, o sexo e a composição corporal, entre outros fatores. Mas os autores afirmam que exceder a recomendação mínima reduz o risco de doenças relacionadas à inatividade.
Alguns especialistas vêem essa orientação com preocupação. “Uma alta carga de exercícios traz não só vários benefícios mas também um alto risco de lesão”, afirma Cury, da SBOT.
Segundo Zogaib, é preciso ficar alerta a alguns sinais de excesso. “A pessoa não deve sentir dor, desconforto, falta de ar excessiva, náuseas, tontura -isso mostra que algo está errado”, afirma. Nesse caso, é preciso procurar um especialista que possa identificar o problema.
Para Abdalla, da Unifesp, mais importante que a intensidade ou o tipo de exercício é praticar atividades físicas com regularidade. Contrariando a nova diretriz, ele defende que fazer exercícios três vezes por semana “funciona muito bem”. O principal problema, afirma, está em ter um cotidiano sedentário e decidir se transformar em esportista a cada final de semana.



AMARÍLIS LAGE – EQUILIBRIO/UOL

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Dia Nacional de Combate ao Fumo









Dez motivos para deixar de fumar


 


Hoje (29) comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Glamourizado no passado pelas charmosas baforadas de estrelas de cinema, o cigarro já foi desmascarado há tempos e denunciado como vilão da saúde, causador de doenças graves como câncer e enfisema pulmonar.

Não se trata de exagero: cigarro mata mesmo. No Brasil, estima-se que o cigarro mate 80 mil pessoas por ano, alerta o PrevFumo, projeto da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina), que oferece tratamento para largar o vício.

Para animar os futuros ex-fumantes, é bom saber que há muitos benefícios a curtíssimo prazo quando se larga o vício de fumar. A seguir, uma lista com 10 boas notícias para a sua saúde, depois que se apaga o último cigarro.

1 – Em 20 minutos a pressão arterial e os batimentos cardíacos retornam ao normal

2 – Em 8 horas os níveis de monóxido de carbono retornam ao normal

3 – Em 1 dia há redução do risco de ataque cardíaco

4 – Em 3 dias há relaxamento dos brônquios e aumento da capacidade respiratória
5 – De 2 a 12 semana melhora a circulação

6 – Entre poucos dias e algumas semanas (dependendo do quanto e por quanto tempo a pessoa fumava) o paladar e o olfato se recuperam completamente

7 – De 1 a 9 meses há redução de tosse, infecções e ocorre melhora da capacidade respiratória

8 – Em 1 ano o risco de doença coronária cai pela metade

9 – De 10 a 15 anos o risco de doença coronariana se iguala ao de uma pessoa que nunca fumou

10 – De 15 a 20 anos o risco de câncer se aproxima do risco de uma pessoa que nunca fumou


Fonte: PrevFumo/Unifesp